Wednesday, December 27, 2006

Cocegas...

E quando a distância nos separa
mas a ternura nos envolve desta
maneira, necessária e forte
quase violenta
E os medos que tivemos
ou eu tive
já não são medos, mas quase um
desejo do que ainda não sei
E quando o telefone não toca,
mas eu sei que estás
e que eu estou, exactamente,
em cima da tua secretária
ou às vezes debaixo dela
fazendo-te cócegas...
Aí, tu sorris, e num minuto
pegas no telefone para me dizeres
que me amas, sem o saberes...
e sem o dizeres...

34 comments:

  1. E se tudo fosse dito verdadeiramente? Se as barreiras fossem somente os rios e os tempo? Se as palavras não mentissem e não se enganassem? Se tudo fosse ser? De que serviria então a poesia?

    Obrigado por existires!

    ReplyDelete
  2. Que bonitinho, Maria!
    Vestiu em mim como uma luva!
    Adorei!

    Grande beijo pra ti.

    ReplyDelete
  3. Porquê a Distância.
    Se de longe se faz Perto ?.
    E no momento Certo.
    Em envolvimentos Violentos.
    Com mesclas de Sentimentos.
    Onde o Amor é Substância.
    Repara na minha Ansia.
    Idealizando Prazeres.
    Não de uma forma Precária.
    Em cima da Secretária.
    As Cócegas ? onde Quiseres.
    poetaeusou(matasmenão?)

    ReplyDelete
  4. Maria, Maria...!
    Você foi maravilhosa no comentário moça de sete saias. Lindo mesmo.
    Dó enciumado.

    ReplyDelete
  5. Cócegas...
    distâncias...
    ir e voltar...
    quase um fado... Maria.

    ReplyDelete
  6. pedro branco

    Muito obrigada pelas tuas palavras.
    Fiquei com o coração apertado...

    Um abraço

    ReplyDelete
  7. letícia

    Ainda bem que gostaste, escrevo para mim e para quem me lê...

    Um beijo enorme

    ReplyDelete
  8. poetaeusou

    Tem dias que a distância é tão grande, tão grande, que nunca se faz perto, nunca mais...

    Quanto às cócegas, pareces-me muito convencido...

    ReplyDelete
  9. cadinho roco

    Ainda bem que gostou das sete saias.
    O Dó não tem que ficar enciumado, já que vai voltar ao mar...
    Eu amo o Dó

    ReplyDelete
  10. luís milheiro

    É isso, fado... vida... vida... fado...
    É a vida, sim

    ReplyDelete
  11. Arrepiou-me ....
    te logo
    Beijo*

    ReplyDelete
  12. Lindo! A alma vai ao encontro do amor! Tocante mesmo!
    Um feliz 2007 amiga!

    Beijinhos

    ReplyDelete
  13. Maria da Praia.
    Pelo mar Amada.
    Das Marés Filha.
    Amante da Ilha.
    Pelas ondas Guardada.
    Lua esconde o teu Luar.
    Ela é Desconfiada...???...???
    »zé do mar«

    ReplyDelete
  14. ...distância, ternura, forte, violenta,medos,desejo, cócegas,sorris, amas sem o saberes e sem o dizeres, mas dizes tudo aqui em jogo de palavras que se complementam.
    Muito bonito Maria

    QUE O TEU 2007 SEJA UM ANO DE SONHOS CONCRETIZADOS



    BEIJOS
    ana paula

    ReplyDelete
  15. acordomar

    Não é pra tanto... Está é frio... LOL
    até logo
    Beijoca

    ReplyDelete
  16. vera

    ao encontro do amor, irei sempre!

    Bom ano de 2007 também pra ti
    Um beijo

    ReplyDelete
  17. zé do mar

    A Maria da Praia não é desconfiada, mas as cócegas são assunto SÓ meu!

    Inté

    ReplyDelete
  18. ana patudos

    Muito obrigada pelas tuas palavras

    Um bom ano de 2007 também pra ti.
    Um beijo

    ReplyDelete
  19. Excelente!

    Parece um jogo do esconde-esconde!
    Parabéns, gostei mesmo.

    Beijinhos:)

    Maria P.

    P.s. não consegui comentar de outra forma.

    ReplyDelete
  20. ...Foi o Natal e agora vem o Ano Novo - não ligo nada à noite nem ao dia 1...para mim é tudo igual.
    Aproveito para ficar estes 3 dias em casa, descanso e faço o que mais gosto, ou vou ao cinema...

    Venho agradecer a simpática visita.

    Passado que é o Natal, resta-me desejar-te umas boas entradas em 2007.
    Que realizes todos os teus sonhos nesse ano.
    Beijos e abraços.

    ReplyDelete
  21. Bonito poema! Continua a escrever (e a publicar) versos como estes!

    ReplyDelete
  22. Maria, é a ausência presente e a presença ausênte de quem nos faz ser e é connosco... nunca tinha percebido muito bem isso... mas agora por vivê-lo sei que nem sempre é fácil e que as cócegas são muitas....

    Um beijo doce e um ano recheado de amor...

    ReplyDelete
  23. PARA A AMIGA DA PRAIA:
    Não será,
    Auto-violentação,
    Mulher acção,
    Maria,
    Dos espaços abertos,
    E cobertos,
    De areal, sol e mar,
    Lua, luar, prateados,
    De que mais precisas,
    Naria...
    Ouve o cantar da,
    Cotovia...
    E insere os teus sentimentos,
    Poemados...
    lasac.j

    ReplyDelete
  24. maria p.

    Muito obrigada, o amor é também (às vezes) esse tal jogo do esconde-esconde…

    Beijocas

    (os blogs às vezes andam marados, sim, eu também tenho tido alguma dificuldade em comentar…)

    ReplyDelete
  25. kalinka

    Igual como tu, não ligo nada ao fim do ano nem ao início do outro.
    Vou ficar a ver o fogo de artifício (de que gosto) na tv…
    … e a pensar na vida!!!

    De qualquer forma, e porque começa um outro ano, tudo de bom para ti.

    Um grande abraço apertadinho e um beijo

    ReplyDelete
  26. joão aguiar

    És um estímulo, o teu blog também!!!
    Um abraço

    ReplyDelete
  27. desassossego

    É isso! E só quem vive percebe…

    Um beijo

    ReplyDelete
  28. lasac,j

    Obrigada pelo teu poema

    Um abraço

    ReplyDelete
  29. delfim peixoto

    E eu amo o que tu escreves…

    Beijo grande

    ReplyDelete
  30. Lindo, Maria, lindo!!!´
    E agora que nos cruzámos, quem sabe não tem que ser a última vez?
    A vida tá sempre a dar voltas.
    Que a tua dê a melhores e as mais felizes, a contar já para este 2007 que se anuncia, é o que te venho desejar!:-)))
    E obrigada! ;-)

    ReplyDelete
  31. apc

    Muito obrigada pelas tuas palavras.
    Se tu quiseres, não tem de ser a última vez...

    Que o novo ano te dê a felicidade de concretizares os teus sonhos!

    Um beijo

    ReplyDelete