Dada a paixão que tens pelo mar e Berlengas...ao ler este teu texto e a ver a imagem associei-te a uma rocha que deseja ser tocada, abraçada e desassossegada pelo mar que lhe bate com força, vigor constantemente. Bjos
Tantas faltas. Tantas ausências sentidas. Ficanos a pedra como simbolo da força eterna. deixo-te um pedaço de palavras escritas um dia...
...Eles não sabem nem sonham Porque não sabem sonhar Porque não sabem amar Porque não sabem ser puros Porque não sabem ser crianças Porque não sabem escutar O brilho da Lua Ou o murmúrio do Mar...
Abraço-te hoje enquanto vou em busca de velas de moinhos e de sonhos...
Tentei deixar um comentário no post anterior, mas o diabo do blogger não estava para aí virado. Desculpa, vou fazê-lo agora. Só para te dar os parabéns pela magnífica reportagem que nos ofereceste. E vá lá que, desperdícios e incompetências àparte, sempre se completou a obra. Olha, cá pelo Terreiro do Paço não é tão certo conseguir-se o mesmo... Beijinhos
Foi no desassossego de ti que o mar se levantou. Rugindo aos tempos cada madrugada de solidão e ternura. Na ondulação suave das tempestades. Desassossegadamente. Porque o mar nos leva e nos traz. Sempre. Em cada nova maré.
Já te imagino a postar um dia destes sobre o metro do T. do Paço...
Ainda bem que gostaste das fotografias. Foi uma tempestade que impressionou o pessoal todo que estava na ilha. Não pela fola em si, mas pelos estragos que o mar consegue fazer, quando quer...
… amassa-me aqui mesmo… Depois a própria fotografia. Na primeira um apelo à violência - depois queixam-se. A segunda, verdadeiramente sugestiva… nem sei o que dizer. Fiquei ferido na minha sensibilidade de homem de respeito. Antes de apresentar os meus cumprimentos, gostaria que me informasse onde é que fica a dita rocha?... Os meus cumprimentos.
Dada a paixão que tens pelo mar e Berlengas...ao ler este teu texto e a ver a imagem associei-te a uma rocha que deseja ser tocada, abraçada e desassossegada pelo mar que lhe bate com força, vigor constantemente.
ReplyDeleteBjos
Olá Maria!
ReplyDeleteSerá que desta fraga, na imagem, nascerá um fio de água capaz de matar essa sede?!
Beijo e bom domingo.
Maria Mamede
E como é bom esse desassossego!
ReplyDeleteBeijinho e bom Domingo*
Ai Maria.. Maria...
ReplyDeleteSim.. esse desassossego é bom... tenho a certeza!!!
É que a falta dói tanto!
1 beijo =^.^= tarina
ele irá dar-te o abraço apertado que tanto precisas e desejas. Depois...bem...depois é convosco.
ReplyDeleteBeijinhos e bom domingo
Tantas faltas. Tantas ausências sentidas. Ficanos a pedra como simbolo da força eterna.
ReplyDeletedeixo-te um pedaço de palavras escritas um dia...
...Eles não sabem nem sonham
Porque não sabem sonhar
Porque não sabem amar
Porque não sabem ser puros
Porque não sabem ser crianças
Porque não sabem escutar
O brilho da Lua
Ou o murmúrio do Mar...
Abraço-te hoje enquanto vou em busca de velas de moinhos e de sonhos...
Maria, Maria!
ReplyDeleteSei bem da falta que sentes e desse
desassossego.
Ai.... até quando?
Um beijo enorme e cheio de compreensão
Tentei deixar um comentário no post anterior, mas o diabo do blogger não estava para aí virado.
ReplyDeleteDesculpa, vou fazê-lo agora.
Só para te dar os parabéns pela magnífica reportagem que nos ofereceste.
E vá lá que, desperdícios e incompetências àparte, sempre se completou a obra.
Olha, cá pelo Terreiro do Paço não é tão certo conseguir-se o mesmo...
Beijinhos
Amar no cenário da natureza... saudades desse desassossego...
ReplyDeleteBjs. Bom fim-de-semana.
Como faz falta um abraço um carinho,um desassossego
ReplyDeletejinhos
Olá!
ReplyDeleteLindo, Maria, muiyo lindo!
Parabéns.
Foi no desassossego de ti que o mar se levantou. Rugindo aos tempos cada madrugada de solidão e ternura. Na ondulação suave das tempestades. Desassossegadamente. Porque o mar nos leva e nos traz. Sempre. Em cada nova maré.
ReplyDeleteBeijos, Maria.
***
ReplyDeletemaria do cheiro da ilha
maria do cheiro do mar
maria de alkammar
maria como o sol, brilha
/
maria
fiqui azuli con u retrati...
inté
***
Que imagem sugestiva!
ReplyDeletepoema fremente. como grito de água (ou fogo), (re)clamando vida!
ReplyDelete...esse desassossego tão afável.......onde se esquecem algumas das nódoas que nos percorrem o corpo.......
ReplyDeleteUma visita..voltarei.
R.
Boa noite, Maria !
ReplyDeleteobrigada pela tua visita, ao Domingo sabe sempre bem
Beijo da isabel
moura
ReplyDeleteNão me tinha sequer passado pela cabeça, mas não deixa de ser uma imagem interessante...
Beijo
Maria Mamede
ReplyDeleteFaço das tuas palavras um desejo meu.
Beijo de boa semana
maria p.
ReplyDeletePois é...
Beijo de boa semana
tarina
ReplyDeleteBeijo grande pra ti, querida
bom dia isabel
ReplyDeleteVirá, com certeza...
Beijinhos
joão marinheiro
ReplyDeleteNem sabem que o mar é de quem o sabe amar...
Um abraço, na tua busca de velas de moinhos e de sonhos...
leticia gabian
ReplyDeleteAté... um dia... quem sabe...
Às vezes quando menos esperamos damos a tal volta por cima, não é?
Muito obrigada, um beijo grande pra ti
sininho
ReplyDeleteJá te imagino a postar um dia destes sobre o metro do T. do Paço...
Ainda bem que gostaste das fotografias. Foi uma tempestade que impressionou o pessoal todo que estava na ilha. Não pela fola em si, mas pelos estragos que o mar consegue fazer, quando quer...
Beijos
Veritas
ReplyDelete... e há melhor cenário?...
Beijos, boa semana
luna
ReplyDeleteUm desassossego faz sempre falta, minha amiga...
O abraço e o carinho também, tal como a amizade, o amor, etc. etc....
Bjinhos
david santos
ReplyDeleteMuito obrigada.
Já passarei pelo só verdades...
pedro branco
ReplyDeleteDesassossegada esperei que o mar me levasse. Mas na nova maré o mar trouxe-te...
Beijos, Pedro.
poetaeusou
ReplyDeleteFicates azuli? Na gostates?
Eu acho esta pedra linda...
Inté (amanhã)
rosa dos ventos
ReplyDeleteSugestiva? Sua malandreca...
herético
ReplyDeleteNa mouche!!!
o npâncreas
ReplyDeleteSe não se esquecem, pelo menos atenuam-se...
Muito obrigada
isabel victor
ReplyDeleteÉ sempre um prazer visitar-te...
Beijo
Já a outra diz "Fazes-me falta". E quanta...
ReplyDeleteBeijo
Que desassossego bom, maria!
ReplyDeleteGosto muito deste teu (pequeno-grande) poema. Poucas palavras são precisas para traduzir um desejo!
Um beijo (pequeno-grande) e um sorriso cúmplice ;)
claudia
ReplyDelete... e quanta... tanta...
Beijo
maria
ReplyDeleteÉ um desassossego por desassossegar... mas é bom, sim.
Beijo grande ;)
… amassa-me aqui mesmo… Depois a própria fotografia.
ReplyDeleteNa primeira um apelo à violência - depois queixam-se.
A segunda, verdadeiramente sugestiva… nem sei o que dizer. Fiquei ferido na minha sensibilidade de homem de respeito.
Antes de apresentar os meus cumprimentos, gostaria que me informasse onde é que fica a dita rocha?...
Os meus cumprimentos.
besnico
ReplyDeleteNão é nenhum apelo à violência, não gosto de violência...
Esta pedra fica exactamente na Foz do Arelho, ao pé do Hotel do Facho, frente ao mar...
Os meus cumprimentos
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ReplyDeleteAi Maria Maria
ReplyDeleteàs vezes até parece
que a vida nos merece
outras ficamos quietas
na espera daquele abraço
único
no desassossego
hoje
Talinha
Talinha
ReplyDeleteQue te posso dizer?
Pois....
... como te percebo...