
Um dia mortos, gastos voltaremos
a viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.
O vento levará os mil cansaço
Dos gestos adiados, irreais
E há-de voltar aos nossos membros lassos
A leve rapidez dos animais.
Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais, na voz do mar
E em nós germinará a sua fala.
(Sophia de Mello Breyner Andresen)
E que bela escolha, amiga| Bom fim-de-semana...
ReplyDeleteMaria, aproveitei para ler os poemas e sentir a sua frescura. Recebi os eus comentários nos meus blogs: admirável concisão e bela cumplicidade.Obrigado.
ReplyDeleteGostaria que me enviasse o seu endereço, pois nory-comment não funciona. Isto já se vericou outras
vezes. Como comunicar consig por e-mail?
Um abraço
Rocha de Sousa
Escolheste lindamente, Maria!
ReplyDeletePartir e voltar livre...
Acredito!
Beijinhos
Sophia... a poeta do amor e do mar, continuará entre nós a deliciar-nos com as sua poesia...
ReplyDeleteUm terno beijo!
Apeteceu-te e apeteceu-te muito bem, nunca é demais lê-la, saboreá-la e porque não degustá-la? Sim, porque eu fico de barriguinha cheia, por algum motivo é :)
ReplyDeleteChamo-lhe minha mas ela é de tantos , não é?
beijos sereia
PS hoe que isto está mais rápido estou eu com menos tempo :)
Óptima escolha, Maria, e a foto está a condizer com a beleza do poema.
ReplyDeleteBeijo,
Quando puderes espreita um postal dirigido a uma "Maria" em 1920 :)
ReplyDeleteVais gostar. Será que ainda existem amores assim ? :)
Beijinhos
De Sophia creio que ninguém se cansa. É intemporal. E nunca é demais publicá-la, Maria do...
ReplyDeleteJá sabes.
E claro que gostei!
Um abraço
Ditosos são os amantes ao fim do dia, não deixam sombra na noite, trocam palavras, juras em harmonia, e o encanto floresce à cadência da palavra, explode no peito com fome de beijo, solto...
ReplyDeleteBom fim de semana
Doce beijo
No mar não existem por bem duas ondas iguais - é por issos que eu gosto do mar - diferente e em desafio inconformado - mesmo que nos doam os olhos
ReplyDeleteE apeteceu-te muito bem.
ReplyDeleteGostei de reler.
Bfs, beijinhos.
e escolheste uma das minhas preferidas...Sophia é!!!!
ReplyDeleteTenho um desafio para ti no meu blog...conto ctg para uma breve visita,ok?
Beijocas grandes
Não sei.. mas á bem pouco tempo li este poema de sophia noutro blog.. é a certeza de que ela é fantástica. adoro os seus poemas!
ReplyDelete=^.^=
Muito obrigada a todos quantos passaram por aqui e que lerem a Sophia...
ReplyDeleteBom domingo
Beijinhos
Bom reler este lindo Poema de Sophia, bela Poetisa...E bela escolha tua...
ReplyDeletemeu doce beijo
Maroca,
ReplyDeleteQue bom que temos Cecílias e Clarices, não é mesmo?
Beijo grande
collybry
ReplyDeleteQuerida letícia
Obrigada por terem passado....
Beijos
Sophia sempre eterna...
ReplyDeleteBeijinho
Porque a ausência do poema posterior, também me fez lembrar Sophia...
ReplyDeleteSei que percebes.
Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua
Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua
Sophia de Mello Breyner
Beijo meu
sininho
ReplyDeleteSempre Sophia...
Beijinhos
claudia
ReplyDeleteAdoro este poema de Sophia.
Nunca tive coragem para o postar, porque me dói mesmo...
Beijo presente
Lamento ir contra a corrente, mas DETESTO Sophia! Acho dos maiores "blufs" da poesia nacional!
ReplyDeleteLeia-se Ruy Belo, Eugénio de Andrande, José Gomes Ferreira, seja o que for... mas Sophia... por favor!
Beijo
PS - Peço desculpa, mas não acho MESMO que seja uma grande poetisa...