Verde
Verde que te quiero verde, ¡ay!
verde que te quiero verde.
Verde que te quiero verde, ¡ay!
verde que te quiero verde.
Los toros se han revelado,
la impotencia llora y llama,
y desde un río de sangre
hay una voz que reclama, ¡ay!
hay una voz que reclama
la importancia de un amigo,
poeta de cien mil lunas,
garganta dura y hombruna,
gitano de profesión, ¡ay!
por quien hoy rompo yo la voz.
Verde que te quiero verde, ¡ay!
verde que te quiero verde.
Se te escapó la mañana
por detrás de la alcazaba,
caminando ya sin prisas,
amaestrando sonrisas, ¡ay!
amaestrando sonrisas;
y se tiñeron los campos
verdes de la primavera
cuando la nación entera
cabalgó sobre tu llanto ¡ay!
Tú poeta, y ellos tantos...
Verde que te quiero verde, ¡ay!
verde que te quiero verde.
Hoy el verso me reclama
una luz y una llamada,
un canto de cuerpo y alma
como el que el tuyo cantaba, ¡ay!
como el que el tuyo cantaba.
Y el pueblo llora la calma,
y canta porque se ahorca,
y hace tu muerte inmortal
cada vez que alguien te nombra
Federico García Lorca.
Patxi Andión
(vou ali e depois venho. quase logo logo)
Hummmmm miga "vais ali e já voltas" está bem está ehehehe...
ReplyDeleteA felicidade é feita de pequenos nadas pequenos gestos de amor um beijo um sorriso,um olhar simpático ou um elogio sincero.Por isso aqui passei deixando tudo isso para teu fim de semana.
Beijinho prateado
SOL
A Negra Tinta Editorial
ReplyDeletetem o grato prazer de o/a convidar para o lançamento do livro
de Jorge Vieira Cardoso
com prefácio de Joaquim Amândio Santos e design de Vítor Gil
19 Abril| 2008 |21.00 horas
Salão Nobre | BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA LIXA
Gostei muito de recordar, Maria.
ReplyDeleteVai e diverte-te. Não demores muito, fazes falta.
Beijos.
Patxi Andión, eu gosto.
ReplyDeleteAbril morreu no próprio dia, Maria, quando permitiram que o bandalho do Spínola se tornasse presidente da JSN! Devia ter havido tiros e sangue, e hoje ainda estaríamos em plena revolução.
Saúdo as intenções nobres dos homens que fizeram Abril, mas só ficaram intenções.
Beijo
É preciso, por vezes, partir para regressar depois com mais energia e novos sonhos...
ReplyDeleteGostei muito de ver e ouvir que o Patxi continua "o mesmo"...
ReplyDeleteAbreijo
Até já em Abril...
ReplyDeleteBeijinho Maria*
...e leva um beijo meu
ReplyDeletepara o caminho :)
Fica bem
bom fim de semana
ilha
Ai o que eu gosto desta canção!
ReplyDeleteBelos tempos em que a vivi.
Beijinhos e veludinhos.
Boa viagem e volta logo.
Beijinhos e veludinhos
Olá :D
ReplyDeleteGostei do poema, pelo que li é uma canção :)
Agradeço o teu simpático comentário.
Beijinhos
Vai, mas não demores, até lá fica aqui um beijo meu.
ReplyDeleteUm dos meus preferidos de Lorca.
ReplyDeleteBom fim de semana!
Beijinho
O Patxi é um dos cantores a que se volta sempre, às samaritanas, às palabras, a essa que mostras e a tantas outras antigas e belas canções, partes da nossa vida.
ReplyDeleteLembro-me de Patxi Andión...numa canção maravilhosa...Manuela...
ReplyDeletePoema lindíssimo, de uma liberdade florida. Pena que muitas flores tenham murchado!
Beijo
maria,
ReplyDeleteisso é mais velhinho que a minha avó... lindo... lindo.
por acaso tambem me lembro do manueeeeelllaaaa...
então vai, diverte-te e vem depressa...
beijos
Beijo para ti, maria.
ReplyDeleteVou-te conhecer, amanhã?
Vamos, nós somos um colectivo,ó a setõra está a esquecer isso!
ReplyDeleteDois abraços, um para cada!
Despeço-me, com esta frase do "Manuel Tiago" "até amanhã camaradas"
José Manangão
Um poema que me faz recordar e ter saudades.
ReplyDeleteNão as quero ter de ti... volta depressa.
Um beijo.
Boa noite e bom fim de semana. Desculpe só agora contactar, mas tenho tido problemas com o sistema Internet e PC
ReplyDeleteSaudações amigas, que não esqueço os amigos
Olá,
ReplyDeleteMão amiga enviou-me este blog. E fiquei comovido. porque cheira a Abril. Porque muitos dos comentários que li são de gente viva, gente que quer ser gente como Abril nos prometeu a todos. Gente que estende a mão e dá o braço como se estivesse naquelas ruas tão doidas de espanto pela intensa fraternidade.
Bem haja. Bem hajam os que mantêm acesa a chama insurrecta do sonho.
Quem se lembra da frase de Maio de 68: "SEDE REALISTAS, EXIGI O IMPOSSÍVEL!"
Abril foi assim. Muitíssimo realista.
De Abril e de poesia também há muito no blog em que também vou inventando abraços. É o:
www.queridasbibliotecas.blogspot. com
Apareçam. Eu hei-de aparecer aqui e nos recantos que de amigo em amigo vou descobrindo.
Beijos a todos,
José Fanha
Olá querida Maria, belíssimo poema... Beijinhos de carinho,
ReplyDeleteFernandinha
Maria:
ReplyDeleteO Arco das Velhas está em repouso, está na forja um novo projecto, o Arco das Velhas vai continuar com um irmão novo.
que as folhas que secaram
caiam, de vez, das arvores
e que a semente do mês de Abril
nasça nos rostos das crianças
beijos mil sempre com aroma a ABRIL
Maria.
ReplyDeleteAdorei o poema,do homem que tão bem cantou com sua voz rouca,liberdade como se pode ver neste poema.
Beijinho e bom fim semana Lisa
Maria, já tinha passado antes mas, nem te digo que horas eram...
ReplyDeleteEste poema é lindo, a voz que o canta é igualmente linda e, até o dono da voz é lindo (pelo menos era)não o vi agora que cá esteve:(.
E tu amiga, vê se não demoras...
Beijos
Adorei!
ReplyDeleteTambém te adoro mas podes ir que ficamos à tua espera! Beijocas...
vuelve, iay!
ReplyDeleteLindo poema num abril que teima em ser de inverno... volta rápido, não podemos deixar de sentir o teu cheiro. Bjhs e bom fds
ReplyDeleteThis comment has been removed by the author.
ReplyDeleteTens razão!
ReplyDeleteValha-nos Abril e o verde esperançoso do poema de Páxion...
Abraço
Desculpa, fiz uma mistura do nome com o apelido! :-))
ReplyDeleteQuando a opinião dos outros
ReplyDeleteNos atormenta,
Não somos livres.
Não pensemos no futuro
Com receio dele,
Ou não seremos livres.
Vamos reflectir para libertar,
Não para condicionar.
E será sempre Abril!
Um abraço
Placi
Não conhecia... Obrigado pela partilha.
ReplyDeleteVai e volta! É que há mar e mar...
Beijinho
então, cá te espero.
ReplyDeleteBom fim de semana, verdinho, de preferência.
:)
Dás-nos Patxi e sais de fininho? eheheh!! Para onde quer que vás aproveita tudo, não desperdices nada!
ReplyDeleteAquele abraço infernal!
Oi mainha! kkkk
ReplyDeleteBelo poema heimm? É isso...
Aiaiaiaiaiaiaia e ai dona lusa-soteropolitana, vem mesmo quando?
kkkk O coro vai comer, ora se vai! kkkkk Hummmm oiooiooooo aiiiiiiii
Tô prepardo viu fia? kk Caldo de lambreta tomo todos os dias, sei não, viu fia? kkk Se vai aguentar o arrepique é que saõ elas... kkk Vai fia? kkkkkk Tomara, né? kkkk
Você é joia rara!
bjs
O Sibarita
Vim te dar um beijinho Maria... e levo Abril no olhar.
ReplyDeleteJinhos
BF
Como o tempo passa... tanto gostava de o ouvir de novo, para matar saudades!
ReplyDeleteBeijinho para ti e tudo de bom!
ReplyDeleteAi Abril , Abril, onde andas que já te não consigo vislumbrar, aqui em Portugal? Não te vejo e tenho saudades do teu verde e do teu vermelho dos cravos... quanta saudade.
ReplyDeleteAna Paula
gostei muito de recordar aqui. LOrca e Patxi Andión.
ReplyDeletebeijo
Olá querida Maria, boa noite e bom Domingo,
ReplyDeleteBeijinhos de carinho,
Fernandinha
OLÁ AMIGA MARIA
ReplyDeleteVem colher uma tulipa do meu campo em flor.
Conheceste-me logo, assim num impulso, de certeza?
PARABÉNS pela tua excelente escolha!!!
Beijinhos.
Bom DOMINGO.
Lendo... sentindo...
ReplyDeleteAbril , para mim tão...
Até já minha Querida Maria...
Beijo grande!!!!
(*)
Verde que te quiero verde... Federico.
ReplyDeleteAmiga,
ReplyDeleteQue belo poema me recordaste ... Ptxi. Velhos tempos de canções lindas e ainda actuais.
Mas... vai e não demores.
Beijos
Abril será sempre verde e vermelho se nós assim o quisermos.
ReplyDeleteUm excelente poema.
Beijinhossss
Levo Abril e verde comigo. São uma óptima combinação.
ReplyDeleteBeijinhos e volta rápido
entonces cariño?
ReplyDeletebeso
:)
Maria
ReplyDeleteAbril sempre e em qualquer altura.
Um abraço e uma boa semana
António
Impecável!
ReplyDeleteLindo poema.Me senti emocionada!
ReplyDeleteJá se sente por aqui um cheirinho a liberdade...e que viva Abril!
ReplyDeleteBjs. Boa semana.
Eu hoje estou emocionada com tanto poema sobre Abril!
ReplyDeleteum bjo
Maria, com a tua postagem, volto no tempo, recordo a nossa alegria, pensando! estamos livres!!!!!!!!!
ReplyDeleteA alegria pouco durou... Agora resta-nos não esquecer ABRIL, mais precisamente a revolução dos cravos!
25 de Abril de 1974.
Beijos amiga,
Lourenço
Pois é Maria Abril está aqui e tu? quando voltas?
ReplyDeleteBeijos de qtgm
Porque é abril...águas mil...Lorca...
ReplyDeleteDoce beijo
Isto de vou ali e depois venho, já me esta a deixar esconfiada... não me digas que me andas a "trair" com o lado de lá!!!
ReplyDeleteBrincadeira, só vejo cravos, muitos cravos um nunca mais acabar de bravos.
Um braçado de cravos rubros para ti.
Com que alegria festejei Abril e a liberdade dos meus sonhos. Tanta alegria nessa altura quanta desilusão hoje.
ReplyDeleteUm abraço
Passei para deixar um beijito e desejar boa semana.
ReplyDeleteEstá-se bem, aqui, com Abril e Garcia Lorca...
ReplyDeleteBeijos.
Mas voltas, ou não voltas???
ReplyDeleteHum!!!
Veludinhos felizes
Desejo a todos os que tiveram a paciência de me ler ao longo de mais de três anos, um eterno momento de felicidade nas vossas vidas terrenas e que, cedo, entendam no vosso coração o porquê da dádiva que foi experienciarem a Vida desta forma...
ReplyDeleteNa certeza de que o Deus do vosso entendimento falar-vos-à sempre na voz da vossa consciência!
OBRIGADO!!!
(Amaral Nascimento)
E a chuva que não larga Abril... Então quando voltas???
ReplyDeleteBJS e regresso rápido
Minha fia, tu tá sumindo por que? Ai aiaiaiaiaai kkkkk
ReplyDeleteAi Deus! Obrigado pela enconmenda vou buscar na casa da Cumadi e o endereço que já lhe pedi e vc não mandou? kkk Assim, fica dificil, fia, só vc sabe onde é! kkkk
bjs
O Sibarita
verde que nos guia até à luz da esperança...gostei
ReplyDeletebjs
espanhol não é o meu forte mas abril chegou e com ele as memórias recortadas
ReplyDeleteSaudações amigas
ReplyDeleteNão conhecia esta canção. Gostei muito!
ReplyDeleteBeijos pra ti!
Tive a sorte imensa - dos poucos concertos ao vivo a que fui nos últimos anos - de ouvir, ver e cantar com Patxi. Gostei de o "sentir" aqui com o poema desse espanhol maior.
ReplyDelete(e sim, a casa é essa que sabes, quem se quer bem...)
Beijinhos, na volta.
vamos deixando beijos...
ReplyDeleteestá bem,
ReplyDeleteeu
espero
Porque o teu abril é de liberdade e tem as cores da primavera.
ReplyDeletePorque o meu abril é de ventos e tingido pelo cinza outonal
Porque a vida se faz de círculos em volta das estações
Porque importa apenas viver e sonhar
Um beijo
Amiga :)!!!!!
ReplyDelete"qu´é " feito de ti ???????....
foi tão bom abraçar-te no sábado :)!!!!!
beijocas grandesssssss
vovó Maria.
Por onde andarás tu que nos fazes tanta falta?????????
ReplyDeletebeijos e volta rápido........ a menos que estejas de férias rsrsrs
Olá Maria
ReplyDeleteO Abril voltou e com ele as nossas recordações.
Fez-se tanto e, muito falta fazer!
Grande abraço e beijinho
Saudade...
ReplyDeleteBeijinho*
Verde!...
ReplyDeleteHá quem diga, que, é a cor da esperança.
Fica bem.
E a felicidade por aí.
UM CANTOR MEMORÁVEL... LEMBRASTE-ME A JUVENTUDE
ReplyDeletejá sei! no Estoril :)
ReplyDeletePorque Abril está aí !
ReplyDeleteVai e volta bem :)
Beijinho p ti,
Que bom que é sentir assim Abril, poético colorido e cheio de esperança.
ReplyDeleteQue bom que é quem saiba dizer neste tempo que acaba e fenece e onde as pessoas ficam paradas e cada vez mais tristes.
Abraço
Vim matar saudades e deixar-te um grande beijo
ReplyDeletePela noite dentro...já se sabe quem anda!
ReplyDeleteBjinhos
(na Maria rosa-amarela está uma boa notícia sobre as Berlengas, até me lembrei de ti!)
Muito obrigada a todos por terem passado por aqui.
ReplyDeleteDurante estes dias tive saudades vossas... embora os mesmos tivessem sido bem preenchidos.. :)))
Beijos
(irei visitar todos os que me visitaram pela primeira vez, assim que tiver tempo.)