hoje o meu coração entrou no teu
as minhas lágrimas caem pelas tuas
que te sufocam e quase se recusam a transparecer
sei que te falta o ar
ouço a tua voz num grito controlado
choras... não choras...
não sei!
mas ouço-te
as rasteiras que a vida passa
levantaste-te
cambaleaste
mas há as que deixam um espaço em branco
vazio
solidão nas noites
um soluço constante
engolido
escondido
feito esquecido
sei-te
consigo imaginar-te
não! ... apenas tentar imaginar
gostar de ti cada vez mais
amar-te até
hoje revolto-me por ti
porque quando fecho as minhas mãos as tenho cheias
e tu não...
Obrigada, Luísa
Lindo miga, parabéns
ReplyDeleteBjus
fernando
saído daquele lugarzinho que só alguns têm no coração, deixo-te o meu abraço, maria
ReplyDeleteluísa
Também o mundo está cheio de mãos vazias.
ReplyDeleteAbreijo
Grandioso momento/sentimento o que escreveu estas palavras.
ReplyDeleteDum lugar no coração...para o silêncio do amor.
abraço sempre forte
sempre Amigo
Há sempre que fazer ouvir as palavras que ecoam nas visceras
ReplyDelete.
.
.
bjo grande
Das tuas mãos cheias solta-se o poema que o coração fez nascer.
ReplyDeleteUm beijo, Maria.
Pura e cristalina beleza o teu falar de Amor...
ReplyDeletebeijo e até amanhã
lindissimo teu blog. Gostei muito daqui.
ReplyDeleteTenha um belo final de semana.
Maurizio
um conhecer, um sei/te, um sentir sem ver...
ReplyDeleteassim se faz a amizade pura.
beijos de qtgm
Oie Maria! Como lhe entendo, viu? Muito belo!
ReplyDeleteA vida é assim...
Bom fim de semana! Beijos
Não sei como interpretar...
ReplyDeleteFica o meu silêncio sob a forma de abraço.
Deixo-te o meu silêncio, com admiração, respeito e muita ternura.
ReplyDeleteBeijinhos.
EA
Deixo-te o meu silêncio, com admiração, respeito e muita ternura.
ReplyDeleteBeijinhos.
EA
Olá, Maria
ReplyDeleteO teu poema de hoje é muito belo! Só que,deixou-me triste.
A fotografia com que o ilustras levou-me para as crianças do Mundo, que não tem parques e cujas mãos estão cheias de solidão, de fome, de guerra, de doença.
Obrigada Maria, pela tua grande capacidade de partilhares connosco estes estados de alma.
Bjs
Olá, Maria
ReplyDeleteO teu poema de hoje é muito belo! Só que,deixou-me triste.
A fotografia com que o ilustras levou-me para as crianças do Mundo, que não tem parques e cujas mãos estão cheias de solidão, de fome, de guerra, de doença.
Obrigada Maria, pela tua grande capacidade de partilhares connosco estes estados de alma.
Bjs
No entanto, vistas as coisas com optimismo, as mãos vazias podem ser uma promessa de esperança...
ReplyDeleteUm beijo grande.
é assim...ser amigo(a)
ReplyDeletebom fim-de-semana
um abraço outonal
um mimo
e um sorriso :)
ah!e terei muito gosto em visitar as Berlengas, quando for, aviso...
Maria...
ReplyDeleteVai um abraço!? Apertadinho?!
Beijos muito grandes!
Olá querida Amiga Maria, o meu coração ficou triste, mas a vida não é fácil de se viver!... Muitos beijinhos de amizade e carinho,
ReplyDeleteFernandinha
o prémio é para Si também!
ReplyDeletefaz favor de lá ir buscar
um sorriso :)
mariam
Maria, já que me adivinhaste...
ReplyDeleteDeixei-te um mimo... passa lá e fica para um cafezinho....
beijos meus
Poema muito bonito mas denotando amargura, dor,revolta, frustração e felicidade almejada mas não colhida. Espero que a mãe-coragem - uma das melhores soluções para a maioria desse males - resolva as coisas a teu contento.
ReplyDeleteUm abraço,
Rosa
Ao ler este poema e ao ver um parquer de crinças vazio, bateu uma tristeza...talvez pq sou mãe...e me deixei levar pelo pensamento...de um dia ver o parque vazio!
ReplyDeleteum abraço
brisa de palavras
Obrigada Maria por este belo poema.Muitos parques foram fechados e muita gente ficou de mãos vazias...
ReplyDeleteBeijo Maria
belo poema. sensível e solidário.
ReplyDeletecomo tu cultivas. sempre
beijo
...
ReplyDeletepalavras da Alma
a tua
um beijo
Estou realmente comovida, Maria. Não imaginas com o este poema me tocou.
ReplyDeleteBeijinhos
Às vezes temos as mãos cheias...de vazios.
ReplyDeleteEm todo o caso, poucos sabem escrevê-lo como tu.
Muitos beijinhos, amiga
Um beijo, Maria, pelo simbolismo da fot e a belza das palavras
ReplyDeleteUma mão cheia de tudo, por vezes um vazio da alma que não cabe em nós de tão grande.
ReplyDeleteAs lágrimas amparadas por mãos assim, amigas? que mais podemos desejar em dias assim?
Bj
Ai, Maroca... Se pudesses crer nas coisas que creio, o parque estaria sempre cheio de brincadeiras e sorrisos...
ReplyDeleteBeijo grande, amiga-irmã
Lindo poema lamento!
ReplyDeleteMaria, não tenho o que dizer, choro com e por você...
Mas, passa!
bjs
O Sibarita
que dizer? Chegpu com aromas de uma ilha que poderia ser encantada
ReplyDeletebjs
Comovente.
ReplyDeleteAs minhas experiências recentes com um automóvel às voltas na autoestrada fizeram-me ficar cheia de medo de perder tudo de um momento para o outro.
E o "e se..." paira por cima de mim todos os dias.
Este poema mexeu comigo.
beijo
A Luísa escreve palavras tão bonitas.
ReplyDeleteBeijinhos
Comovente este poema.
ReplyDeleteHá mãos vazias que apenas podemos imaginar.
O sofrimento não é imaginável.
Beijo grande