
A canção do Povo morreu!
Quem foi que a matou?
Foste tu, eles e eu
Porque ninguém a cantou
A canção do Povo morreu!
Quem foi que a matou?
Ninguém versos escreveu
Nem música inventou
A canção do Povo morreu
Mas o Povo ainda tem garganta
Outra canção escolheu
Mas por rouquidão não a canta
*DelfimPeixoto*
(retirado do blogue Ondas de Reflexos)
Muito obrigada, Delfim
Um poema muito bem escolhido, que gosto bastante!
ReplyDeleteAcho que anda mesmo tudo rouco...
Beijo grande
Belo poema. Na verdade há muito perdemos a voz.
ReplyDeleteUm abraço e bom fim de semana
Que raio, vamos curar a garganta ao povo para que ele a possa cantar!
ReplyDeleteAbreijo
tão intenso e real!
ReplyDeletetambém gosto muito da escrita deste Homem sensível...
e da Maria também! do que escreve, e é generosa. Obrigada por estas partilhas, relidas.
bom fim-de-semana
um sorriso :)
mariam
Havemos de a (voltar a) cantar, sim!
ReplyDeleteE tem mesmo, mas não sei porque cismam em ficar calados...
ReplyDeleteBeijinhos
Uns estão roucos e outros silenciosos.
ReplyDeleteDesiludidos e descrentes.
Belo poema que não conhecia.
Beijinhos amiga e bom fim-de-semana
Olá querida Maria, eu penso que a esperança é a última a morrer e o sonho comanda a vida!
ReplyDeleteMagnífico poema... Ainda por aqui fico mais um pouco, estou sem sono... Beijinhos Amiga Maria, bom Sábado!
Fernandinha
muito bonito
ReplyDeleteSaudações amigas
Vamos já, já, tratar essa rouquidão...
ReplyDeleteUm beijo grande.
Se não a canta vai aprender a canta-la... E não falta muito...
ReplyDeleteKiss
Belo!
ReplyDeleteTodos os dias a assassinam.
ReplyDeleteEu
ReplyDelete.
Eu.
.
Eu
.
.
.
Matei
.
bjo
Maria. O poema é lindo e gostei bastante,mas a voz nunca mais calará a razão,pois todos devemos sempre ter fé. Só passei rápido para desejar um bfs Beijinho
ReplyDeleteA canção está lá, onde outrora se fez ouvir. Mais tarde ou mais cedo ela romperá das gargantas e soará numa manhã de raiva, como outrora...
ReplyDeleteconheço o blogue. O autor tem uma inspiração admirável, como aqui se demonstra.
ReplyDeleteBeijos, Maria.
Gosto muito de ti.
és uma mulher de dádivas... a generosidade mora em ti
ReplyDeletegostei de ler este poema, obrigada.
beijinho
Obrigado, Maria, por escreveres, pelo 'poema e pela amizade.
ReplyDeleteFoi bom teres aparecido...
Um abraço e bom domingo.
José Gomes
Sendo assim, ta tudo certo a poesia é retada mesmo!
ReplyDeleteE ai dona Maria? kkkkkkkkkk Hein fia... Hummmmmm
bjs
O Sibarita
Canção de povo
ReplyDeleteem surdina.
Nunca morta!
Bjinho
Parabéns ao Delfim Peixoto e parabéns a ti amiga por ma dares a conhecer.
ReplyDeleteBeijos
BF
Belo poema. Um grito um alerta de inconformismo
ReplyDeleteparabéns ao poeta Delfim Peixoto.
e eu, que acredito sempre... sei que o povo continua a canta-la, ah se continua.
Obrigada pelo Poeta.
um beijo enorme
maria ilha do
Amor e Liberdade