
Percorri todos os caminhos de todos os cheiros de todas as cores
palmilhados em tempos idos nos tempos de todos os amores
Percorro-te outra vez num sim e não de todas as forças abandonada
e de todos os poros me sai a solidão de nada ter e me teres rasgada
Percorro-me em todo o teu corpo decorado como um mapa de mim
sei-te como mais ninguém. És sopro que caminha a meu lado, sim!
As palavras são mesmo tuas e lindas.
ReplyDeleteAbreijo
Lindo poema, Maria.
ReplyDeleteBeijos.
EA
Muito bonito Maria...
ReplyDeleteEsse sopro que não se sente mas que desperta sensações mais antigas!
Um grande beijinho linda Maria
Maria:
ReplyDeleteLindíssimo.
Sem palavras
bjs
João
Gostei da forma linda como dizes que te percorres, percorrendo o corpo daquele por quem sorris.
ReplyDeleteQuerida Maria, belíssima foto da Nau dos Corvos, vendo-se as Berlengas ao longe... O poema Amiga, maravilhoso no seio da sua dor... Adorei o conjunto...Parabéns!!!
ReplyDeleteBeijinhos de carinho,
Fernandinha
Em cheiros e cores ficou o tempo preso...
ReplyDeleteEm dedos de saudade fico a esperar por ti.
(...ao som do "já..." apeteceu-me voar...)
abraço forte
O infinito não tem limites
ReplyDeletepara amar
bjs
As tuas palavras... dão-me força, para continuar a percorrer os meus caminhos...
ReplyDeleteBeijos, Maria
Conhecer como ninguém, só quem ama ou amou verdadeiramente, pode conhecer esse alguém como ninguém.
ReplyDeleteBeijo grande
a entrega do corpo
ReplyDeleteNão existe limite para o sonho, Maria..
ReplyDeleteAbraço
Lindo Maria!
ReplyDeleteEscreves lindamente.
Um beijinho grande
Andreia Vilarinho OU Mukanda (como preferires :)
encontrei-te a meio do caminho e seguimos. ainda hoje não entendo porquê? ainda hoje olho para trás e procura a curva na estrada do nosso encontro. o tempo desfê-la. o pó do chão, testemunha de um amor calado, foi empurrado pelos ventos. ainda hoje não endento porquê? sei que o caminho cresceu, alargou, se ramificou. lá estavas tu numa outra curva. à minha espera. preenchido de muitos nadas. cheio para o meu novo abraço. encontrámo-nos um pouco além da metade do caminho. menos livre(s), mais calmo(s). encontrámo-nos sem ser por acaso. entre nós o acaso estava destinado a não o ser. sabiamo-lo. sentiamo-lo. e seguimos. agora lado a lado, e será assim pelo tempo que nos restar, sim!
ReplyDeleteum beijo, maria
gosto de ti
luísa
Muito belo. E gostei particularmente do verso euq que dizes "percorro-me em todo no teu corpo", a analogia de um corpo como um mapa de que se conhecem as estradas e os lugarejos como ninguém mais o sabe.
ReplyDeleteMelhor um sopro, leve e constante e doce, que um vendaval violento e áspero!
ReplyDeleteUm sopro é boa companhia...
Lindo, amiga-irmã!
ReplyDeleteTão lindo que fez sair do meu olho uma gota de mar.
Beijo enorme, no coração
“sei-te como mais ninguém”
ReplyDeleteTudo passa a ser diferente de tudo e nada mais é igual.
É alcançar o horizonte onde o sol nasce e se põe.
Quase tocar o céu!
:-)
Os cheiros...
ReplyDeleteLindo.
Beijinho,Maria*
Aceitei a sugestão, alterei o poema na parte final, mantendo-se a ideia o porquê de dizer que o futuro foi ontem. Obrigado
ReplyDeleteSempre aceitei sugestões quando são entendo que as mesmas são correctas.
Gostei deste seu post e a foto
Saudações amigas
Em todos os caminhos há o caminho... esse pequeno canal que liga à terra
ReplyDelete.
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so agora vi e li os cheiros e aromas da ceia... ontem tive um dia impossivel... vida de cigana é dura
.
.
mas hoje estou mais perto
:-)))
bjo doce
Mais e mais. Sempre...
ReplyDeleteBeijos e um xi.
Li e reli. Tornei a ler e a reler. E mais uma vez!...
ReplyDeleteÉ que... eu gosto de ficar arrepiado!
Um beijo
Jorge
Bela a forma como contas o caminho percorrido...
ReplyDeleteBeijo p ti,
Olá Maria, belíssima fotografia e belo poema... Parabéns,
ReplyDeleteBeijinhos de carinho e amizade
Lourenço
Poderia chamar-se ausência este poema.
ReplyDeleteMas se título encontrei, para o qualificar só duas palavras: lindo e pungente.
Beijinhos
Belo poema! Gostei. Beijos.
ReplyDeleteBonito texto. Com a sensibilidade de sempre.
ReplyDeleteE a foto? Sabe que tenho várias tiradas a esse penedo? Com gaivotas, sem gaivotas,com mar calmo com tempestade.
É um sítio muito bonito do qual gosto muito.
Um abraço
Como eu gosto deste lugar... Obrigado pela foto. Está linda, Maria!
ReplyDeleteBeijinhos do Baleal (risos)
Bonito!
ReplyDeleteUm beijo grande.
Maria. As palvras são sentidas,com o mar que nos aflora sentimentos,a foto é linda conheço o sítio.
ReplyDeleteBeijinho
...e porque e poesia te (nos) percorre, um dia, tenho a certeza, será o maior farol a iluminar a vida.
ReplyDeleteBeijos Amiga. Obrigada pelos votos;
quem sabe um dia destes nos encontraremos? Há apresentações agendadas para várias cidades do País...
Depois te direi.
Maria Mamede
belíssimo sopro poético...
ReplyDeletebeijos
Maria
ReplyDeleteTu és um mar de palavras doces e belas, que bailam como plunas na tua imaginação.
Um bjo
És tu sim...
ReplyDeleteque em céu aberto
me desnudas
como pena
que voa solta
e me sopras
até o infinito
ser o meu...
prazer de te trazer
e sentir...
ao meu lado!
Obrigada por terem passado por aqui.
ReplyDeleteBeijos
Maria:
ReplyDeleteDeixei-te um recado no meu blog por causa do mail
bjs
joão p.
Não tenho talento para escrever. Nem para mais nada em especial, de resto e de facto. Trato as palavras como pedras e quando as quero usar vejo os castelos que fingi ter construído ruírem como penas ao vento.
ReplyDeleteNão sei quem és.
Mas gosto de te imaginar como alguém que pisou as mesmas calçadas, que bebeu do mesmo vinho, que tropeçou nos mesmos encantos e desencantos. Não és o meu amor, esse é outra pessoa. Não és a minha paixão, essa é o meu amor. És "um sopro que caminha ao meu lado, sim!"
Esta imagem é bem familiar. Cabo Carvoeiro em Peniche hehe bj
ReplyDeleteUm cheiro com um sabor a mar intenso ;)
ReplyDeleteE eu já calcorreei todas essas pedras em tempo idos...Bons tempos...
ReplyDeleteAbraço