
Se nunca te disse o que são os meus silêncios como os adivinhas?
Como me consegues ler por dentro? Como me sabes do sufoco ou do frio?
Como me sentes o tremer das mãos? E de quando cego? De todas as vezes que calo?
Tenho um nó na garganta. De silêncio e lágrimas feito.
Rasgo-me todos os dias um pouco mais...
...para poder regressar-me na maré cheia do teu abraço...
Maria:
ReplyDeleteSe o texto é forte(íssimo) o seu casamento com a imagem dá-lhe uma beleza e profundidade ainda maior.
Obrigado
João
Maria:
ReplyDeleteA beleza das palavras alivia a melancolia da alma.
O sol é lindo pela manhã!
Beijos
T.A
Também eu tenho um nó na garganta, de raiva feito.
ReplyDeleteAbreijos.
Maria... Do melhor que te li! Admirável e amoroso!
ReplyDeletebjnhs
As almas comunicam no silêncio.
ReplyDeleteQue regresses, sim, ao abraço de ti.
Um beijo.
Eduardo
Maria, que força!!!!
ReplyDeleteSe esse braço acontecer... o teu sufoco desaparcerá!.
Um beijo
Quando se ama, dá nisso: adivinhações e certezas.
ReplyDeleteBeijinhos
O amar é assim mesmo, como esses finos galhos entremeados. E tudo pode ser silenciado e, ainda assim, adivinhado.
ReplyDeleteBeijo enorme, nesse coração que SABE amar, AIC
Nos silêncios, muitas vezes, conseguimos adivinhar...
ReplyDeleteAmar é isso mesmo...
Beijitos
Porque "nos" conhecem como ninguém!
ReplyDeleteUm beijo Maria e um abraço forte
Mukanda
O silêncio adivinha-se num abraço.
ReplyDeleteO silêncio é de ouro quando não tem frio, quando não sufoca, quando embriaga e se enche para dar sem nada pedir em troca...
Nem sempre são necessárias palavras, para adivinhar... o outro!
ReplyDeleteTerno o teu texto!
Um beijo
Porque quando se ama assim, adivinha-se tudo.
ReplyDeleteBeijinhos
E eu que julgava que era romântica...
ReplyDeleteUm grande abraço, Dona Maria.
Querida Maria...
ReplyDeleteTudo que nos transcede, não se questiona!
Deste o teu corpo à própria liberdade
desafiaste o tempo e o mistério
na doce ternura de um abraço!...
Beijos
Por razões diferentes também eu tenho um nó na garganta e lágrimas nos olhos...
ReplyDeleteAbraço entrelaçado como na bela imagem que acompanha o texto poético
Querida amiga.
ReplyDeleteO silêncio das palavras,muitas vezes é a força do amor.
Beijinho
Maria
ReplyDeleteesse amor
doi
no belo
Maria,
ReplyDeleteSão de dor as tuas palavras... "rasgo-me todos os dias um pouco mais..."
Que a maré cheia não tarde...
Um beijo
Um sufoco! (mas tão belo...)
ReplyDeleteSabes hoje apetecia-me deixar-te aqui uma imagem , assim sei dizer melhor, tudo,um cesto cheio de pétalas, pétalas para abraçares, sentires o cheiro, e sorrires...
ReplyDeleteBeijinho, minha Maria.
Gostei em especial da foto
ReplyDeleteSaudações amigas
"tenho um nó na garganta"
ReplyDelete.
e sentes o abismo da maré?
que raízes e que árvore?...
______ alguém diz: só o amor mata ou renasce!
_______
é lindo maria
Um abraço feito uma maré cheia...
ReplyDeleteMaria
ReplyDeleteem poucas palavras belas descreves-te o amor .
O Amor é um pássoro verde
num
campo
azul
no
alto
madrugada.
victor barroca moreira,9 anos.
beijo
amiga
Os verdadeiros amigos lêem-se por dentro. Como por magia. Sentem. E vêem.
ReplyDeleteUm beijo para desapertar esse nó.
Espero que exista sempre essa maré cheia, desse abraço...
ReplyDeleteBeijos.
O abraço é uma assinatura linda de dois corpos.
ReplyDeleteOlá Maria!
ReplyDeleteComo sempre surprendes-me.
Gosto de Te ler as entrelinhas e Nelas Ver-Te.
Conheço o sabor do Nó... o tremor das mãos.
Limpo cada lágrima Tua num beijo, e deixo-te uma abraço apertado.
Gosto muito de Ti.
Às vezes não são precisas dizer as coisas. Elas sentem-se, transmitem-se.
ReplyDeletehá coisas que não precisam ser ditas, não é?!
ReplyDeletebeijoooooo :)
Obrigada a todos por terem passado aqui.
ReplyDeleteBeijos
Perde-te e acha-te na maré cheia desse abraço, minha querida menina, que a ventura é o Sempre, ainda que dure "somente o tempo dum poema!..."
ReplyDeleteQue é a mais bela (e a mais reconfortante) de todas as marés-cheias...
ReplyDeleteUm beijo grande.
Sem palavras...
ReplyDeleteSó posso desejar que a maré te traga renovada em espuma branca.
Abraço terno
Há quem nos saiba de cor! Até nos silêncios. principalmente nos silêncios.
ReplyDeleteBeijos, Maria
Nós e as fugas e rasgos.
ReplyDeleteUm abraço
..."para poder regressar-me na maré cheia do teu abraço... "
ReplyDeleteBonito muito bonito
Um abraço*