
Pudesse eu despir esta pele e olhava-te bem, meu amor. Que os meus olhos nascente do rio ainda não secaram. E o rio ainda não chegou à foz.
Pudesse eu dizer da paixão e olhava-te bem, meu amor. Que a fome cá dentro ainda não sossegou. E os sonhos avivam as memórias.
Soubesse eu mudar o rumo dos meus passos e olhava-te bem, meu amor. Porque te olho e não te vejo. Toco-te e não te sinto. Não sei de ti.
E todas as recaídas me levam ao silêncio... que sei ser para sempre...
Como eu te entendo, Maria!
ReplyDeleteUm beijo doce, hoje, daqueles que são beijos, por serem somente beijos doces!
Apesar de nada ser eterno nem ser para sempre, mais dói quando o silêncio das recaídas é um silêncio que se torna silêncio interior.
ReplyDeleteMas até a nossa vida é silêncio, só quebrado quando paramos para falar com o nosso Eu interior.
Aten
Maria:
ReplyDeleteSoubesse eu compreender-te(me) e seria tudo muito mais fácil
Beijo
João
Olá Maria
ReplyDeleteDe vez em quando a vida torna-se pesada.
Mas... amanhã o sol brilha
Beijos
Teresa
Maria!
ReplyDeleteexcelente texto! resposta linda a um outro texto não menos fantástico!
boa semana
um grande abraço amigo e o meu sorriso :)
mariam
Querida amiga, venho agradecer-te antes de comentar o teu post. só podias ser a primeira a comentar no meu ultimo Maria...!nada nesta vida é por acaso:)
ReplyDeleteObrigada pelo teu constante carinho e duradouro...serás seguramente a primeira onde irei. Mas muito provavelmente com outro nome...(depois de ter tempo para o criar,pq tenho cada vez menos tempo livre) por isso não te espantes, quem sabe um dia entenderás!é que a "anónima" que me refiro, não é uma anónima...sei bem quem ela é..eu apenas sou educada! Ela neste momento tem, aliás, muitas identidades...e é surreal cada texto seu demente! E não me insulta, nunca teve sequer esse poder, mas faz pior que isso...insulta a minha inteligência e de algumas pessoas que eu amo, e isso não admito a ninguém! É um ser ruim, é mal formada, mal amada, miseravelmente infeliz, por isso não quer ver a felicidade de ninguém..entendes? Por isso é que tomei esta decisão. Já não suporto ler tanta indignidade! Não combina comigo..! Quanto aos comments e alterações q falas, nem sei ainda do q falas...quando o criar vou ter atenção a que seja igual aos meus blogs actuais, fica tranquila, porque as tuas visitas valem ouro para mim!
Quanto a este teu post...noto alguma tristeza e desalento em ti..humildemente te aconselho, nunca percas a tua dignidade e auto-estima, nunca deixes que ninguém pise em ti, seja pelo que for. Pois quem te ama jamais te fará sofrer..E tu és uma mulher especial, e que eu gosto de ler. Triste ou feliz, porque ambos os estados fazem parte da vida. Mas a vida é bela Maria, vive-a como se não houvesse amanha:)))
Beijo grande amiga, e o meu grande xi-coração. Tb gosto mt de ti Maria!
Maria,
ReplyDeleteAs tuas palavras comovem-me sempre.
Os sonhos avivam as memórias, dizes tu, e eu estou tão de acordo contigo...
Beijos
Sinto-me uma ingrata; pois, apesar de serem muitas as vezes que passo por aqui, tantas são em que me delicio com as tuas palavras mas não deixo uma que demonstre o meu agrado. São vontades que, por vezes, não tenho vontade de contrariar.
ReplyDeleteHoje, tenho que te dizer "Obrigada, AMIGA, pelo carinho com que me tratas e as palavras de força que me deixas".
Beijinho e uma boa semana
o sorriso fez-se ternura, quando tu sorriste.
ReplyDeleteo grito fez-se força, quando tu gritaste.
a canção anda todos dias na tua voz. é um hino de Liberdade e Amor!
-alimentas os que te visitam, com os teus poemas e o teu afecto-
(vim para te ler e comentar. perante a beleza das tuas palavras tristes, resolvi repetir o que te disse em resposta ao teu comentário. sei que vais entender)
o abraço forte e carinhoso
de Sempre
Com a tua força imensa, renascerás em cada recaida, mais forte e mais doce, como só tu sabes ser ...
ReplyDeleteBeijo grande Maria e uma boa semana para ti.
Olá!
ReplyDeleteO silêncio por vezes é bom companheiro e conselheiro...
Eu gosto de pensar que nada é para sempre :=)
Beijocas
Boa semana
Deixo um abraço, levo o prazer de te ler...
ReplyDeletetalvez as recaídas sejam para sempre mas várias vezes podemos cair, outras, prosseguir
ReplyDeletePara sempre?: talvez não...
ReplyDeleteUm beijo grande.
muito bonito, maria!
ReplyDeletea fome nunca sossega, sossega?!
um beijo enorme... muito maior que a nossa distância.
beijoooooooooooooooooooooooooooooooo...
luísa
Revi-me nas tuas palavras Maria.
ReplyDeleteLindísso. O Sentir das tuas palavras podem ser as minhas.
Beijinho
BF
Belíssimo...
ReplyDeleteSoubesse eu dizer assim, talvez escutasse.
Beijinho, minha Maria*
Gosto da pele, sempre presente, nos teus poemas.
ReplyDeleteMaria...
ReplyDeleteQue nenhuma luz se apague
enquanto os olhos a pedirem...
Que nada na vida se esqueça
antes que aconteça...
Um terno beijo...
Maria. Sempre as memórias que voltam,mas este sentir teu em palavras!.
ReplyDeleteBeijinho e tudo de bom
Guarda pra ti o silêncio enquanto ele é só teu. Pior quando é a dois.
ReplyDeleteUm texto lindo!
ReplyDeletebjs
Para sempre...no teu silêncio!
ReplyDeleteDou-te um beijo
Saber?será que não?, por vezes o medo o impede, sómente...
ReplyDeleteTerno beijo
O silêncio é palavra muito forte!
ReplyDeleteMas nele podemos gritar sem norte
nem passaporte!
E na palavra que aqui tens
as memórias somam alguéns...
que ficam presas, em grade forte!
(Obrigada pela ternura lá no meu cantito no dia que a minha princesinha comemora 24 anitos, e me fez sentir rainha! Obrigada pelos parabéns e pelos beijos!)
Beijos para ti
"...os sonhos avivam as memórias."
ReplyDeleteA quem o diz!
Beijinhos
Hoje sou eu que não tenho palavras para ti.
ReplyDeleteUm beijo.
Atiro-me às palavras como fera louca, desnorteada. Carrego-as com todo o peso da minha história, dos meus sonhos. Afogo-me tantas vezes que cada falta de ar acaba por inventar-se numa nova maré de flores. A minha estrada é um manto de solidão e abraços. Beijos e gritos. Sonhos. Lá, encontro todas as almas e paixões. Sinto-me bem na minha estrada. Mesmo em lágrimas feitas ribeiro que desce pelos montes e apanha outros ribeiros e se faz rio e se faz mar. E depois somos todos mar. Esse imenso canto das entranhas onde nos deitamos para nos deixarmos ir pela vertigem.
ReplyDeleteAtiro-me às palavras como fera, nas ausências fecundas da pele ou no calor da saudade. Dessa cortina que em nós anda de mão dada com o olhar. Serenamente a inquietação da passagem brota o seu odor a vida e riso. Inquietantemente o sossego de um amor antigo, de mais um amor perdido. Rasgo-me em farrapos para novamente renascer. Porque nunca morri. E é assim mesmo: nem sempre a morte se anuncia... Nunca morro enquanto houver palavras, Maria. Como tu.
Um beijo.
Minha querida Maria,
ReplyDeleteOs "Sempre" e "Nunca" da vida
feitos pela desilusão
são primavera perdida;
mas 'inda tens o verão!...
Maria Mamede
Bjs.
Muito obrigada a todos que passaram por aqui.
ReplyDeleteBeijos
pudesse eu vestir a pele de outro mar...
ReplyDeletesossegar os olhos no vinco terrestre que os teus deixarem
pudesse eu...
_____-
lindo Maria
um mbeijo
"Que os meus olhos nascente do rio ainda não secaram".
ReplyDeleteE o mar chama.
Abraço
uma dor finissima - "que arde sem se ver..."
ReplyDeletemuito bonito.
beijos
Amiga:
ReplyDeleteÉs sensacional com as palavras.
Tocam-me sempre.
Beijos.
¨Que a fome cá dentro ainda não sossegou.¨ E quando sossega? Nem sei se é bom ou mal que um dia sossegue, ultimamente nada sei de nada.
ReplyDeleteBeijinhos
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ReplyDeleteMuito obrigada por terem passado aqui.
ReplyDeleteBeijos