Pequeno poema
Klimt, Mãe e Filho
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...(Sebastião da Gama)
Há que tempos não o lia... e era pena!
ReplyDeleteAbreijos.
Belo, belíssimo poema, que me fez bem recordar.
ReplyDeleteObrigada, Maria.
Um beijo a regressar de um paraíso.
Maria,
ReplyDeletee afinal se perguntassemos à Mãe, quem sabe, teria dito que tudo tinha sido diferente? :)
Um abraço com o chá já fresco e esperando que estejas mais animada.
A mãe de uma amiga minha enviou-me este poema quando a minha filha nasceu.
ReplyDeleteEla gostava muito de poesia. Escrevia imenso.
Gostei tanto, na altura, que nem sabes...
No passado mês de Junho essa senhora faleceu. Fiquei muito triste.
Beijinho (com beiço e lagrimita ao canto do olho)
Olá Maria, belo poema...Espectacular....
ReplyDeleteBeijos
Felizes são os que nascem assim, outros são mais difíceis de contentar, têm que ter nascido em berço de ouro.
ReplyDeleteAbreijos
Este poema é tão bonito...que não me canso de o ler.
ReplyDeleteBeijos, Maria.
Que lindo. Beijinhos
ReplyDeleteé lindo !
ReplyDeletea imagem, uma beleza!
obrigada pela partilha.
beijocassssss
Lindíssimo!
ReplyDeleteUm beijo grande.
Belíssimo, cheio de ternura este poema!
ReplyDeleteO ideal para lembrarmos quando fazemos anos...
Abraço
e quando eu morrer, o mundo não deixará de girar em torno do sol
ReplyDeleteLINDO QUERIDA MARIA, ADOREI!!!
ReplyDeleteABRAÇO-TE COM MUITO CARINHO,
FERNANDINHA
Tão simples e tão encantador. Como o Klimmt!
ReplyDeleteGostei muito de (re)ler. Soube bem. E logo me saltou-me parte (e de cor) do poema do Sidónio Muralha:
ReplyDeleteDepois daquela noite,
os teus seios incharam,
as tuas ancas alargaram,
e os teus parentes admiraram-se,
e falaram, e falaram...
e porque falaram
duma coisa tão bela,
tao simples, tão natural?
tu não parias uma estrela,
nem uma noite de vendaval...
(...)
Obrigado e beijos
Boa escolha... a ternura que cada uma de nós, como mãe, tanto sente.
ReplyDeleteum beijo Maria
BF
Não consigo comentar...
ReplyDeleteSó o olhar da ternura...é suficiente!
ReplyDeleteSebastião da Gama também ele um poeta da ternura!
beijinho
Maria.O poema tanto tem de belo,como beleza interior,a imagem linda no contexto,de Sebastião da Gama ler é sempre belo.
ReplyDeleteBeijinho fica bem
Quando a escrita é assim, tão poderosa, não temos palavras que se lhe comparem...
ReplyDeleteBeijos.
lindissimo
ReplyDeleteJokas
Paula
os olhos da Mãe...
ReplyDeleteos teus olhos Maria...
beijo-te com os meus olhos banhados em ternura...
que o dia foi enorme...
este poema está repleto de Ti.
obrigada sempre por partilhares aqui.
Gosto muito de Sebastião de Gama e deste poema em particular. Embora o meu preferido seja "pelo sonho é que vamos".bjs
ReplyDeleteBoa Festa
ReplyDeleteBJS
é dos mais belos
ReplyDeleteque já li
.
um beijo
Olá!
ReplyDeleteLindo...
Já nem me lembrava dele...
Obrigada
Beijocas
Faz tanto tempo que não lia este poema.Faz tão bem olhar e sentir esta ternura que os seus olhos nos mostram.Beijo Maria
ReplyDeleteKlimt desenhava e pintava as mulheres com flores. Como os olhos dessa mãe.
ReplyDeleteBjinho
Como foi bom voltar atrºas!!! Beijos querida...
ReplyDeleteHoje também não te consigo comentar
ReplyDeleteBeijo
muito bonito, Maria!
ReplyDeleteencantador o lirismo de Sebasteão da Gama. de que gosto muito.
beijos
Muito obrigada a todos que passaram aqui.
ReplyDeleteBeijos
uma ternura total.
ReplyDeleteO meu poema preferido de Sebastião da Gama!!!
ReplyDeleteObrigada por ele.
Jinhos mil
simplesmente turvaram-se-me os olhos e pesou-me o coração acho que durante uns tempos muitos, este poema vai-me acompanhar...
ReplyDeletevou partilhar comos filhos.
obrigada
Obrigada por mo recordar...
ReplyDeleteUm abraço