Tão baixo grita o silêncio que me invade
que ninguém o ouve de verdade
apenas eu o sinto numa eternidade
e ficará dentro de mim como a saudade
solto as asas e voo lentamente
carrego-me de beijos e amores docemente
ao som da viola canto eternamente
e sei que assim nunca serei ausente
(ausento-me da net. novamente. só mais uns dias...)
Apesasr do tempo que te é roubado, mesmo assim não deixas de nos brindar...
ReplyDeleteAbreijos.
cá te esperamos.Bonita poesia.
ReplyDeleteEu escuto o teu silêncio, amiga-irmã.
ReplyDeleteBeijo imenso
Voa, Maria, voa!
ReplyDeleteAbraço
Ganda poema, amiga! Dos melhores!
ReplyDeleteAusenta-te, mas depressa:))
Beijo
... e quando voltares traz mais uns tantos poemas...
ReplyDeleteUm beijo grande.
Mas que lindo!
ReplyDeleteComo escreves bem!
E nunca estás ausente mesmo... :)
ReplyDeleteBeijinhos
Sabes que ouço esse teu silêncio, amiga?
ReplyDeleteSinto-o na teu ser, na tua escrita.
Há eternidades pessoais mas transmissíveis, assim como há ausências partilhadas entre amigos.
Essa tua sensibilidade honra a eternidade com palavras que eu não conseguiria reunir.
Voo contigo, num abraço apertado.
Está quase, está quase...
ReplyDeleteAbreijo.
Tudo de bom amiga...
ReplyDeleteUm abraço
A saudade também se canta...!
ReplyDeleteBeijo, Maria
Neste silêncio, deixo um beijo
ReplyDeletee saio em bicos de pés!
Boas férias,
beijo de boas férias,
neste momento a minha relação com o silêncio é de desejo, ansiedade.
ReplyDeletebjo.
Nunca...nunca Maria! Beijos amiga...
ReplyDeleteOutra vez! Mau-maria...:))
ReplyDeleteBeijinho, minha Maria*
Poema encantador!
ReplyDeleteUltimamente tem-me faltado inspiração, sinto no entanto que brevemente voltarei.
Um obrigado com um terno beijinho
Pepe
E assim te vamos esperando,
ReplyDeleteao sabor das rimas soltas,
com as quais nos vais brindando,
na certeza de que voltas.
Beijos, amiga Maria.
Clo
Deste silêncio que me invade
ReplyDeleteA tua imagem
O rosto da nossa eternidade
A fome que assalta e possui...
Todo o meu olhar é esta bela viagem
Entre tudo o que ainda não fui
E talvez o que um dia saberei ser:
A saudade em forma de verso a nascer...
Deste voo que lentamente
Se faz ao rio
A inquietação da pele fervente
O canto de uns lábios doces em mim...
Todos os meus passos são fonte de calor e frio
Uma janela entreaberta ao teu jardim
E talvez seja mesmo eu a amanhecer:
De novo amante e todo o seu poder!
o silêncio também é paz. aos poucos vamos encontrando as vozes. lentamente, para nao doer.
ReplyDeletesaudades, maria
Bons "voos" maria
ReplyDeleteilha cada vez mais Poeta.
Um beijo
enorrrrrme.
o silêncio
ReplyDeletede tantas asas
um azul
a cantar na eternidade
__---
e um beijo meu
E levas contigo aquilo que realmente devemos guardar: "beijos e amores".
ReplyDeleteMais um belo poema.
beijinhos com raios de sol
...e o teu silêncio é brisa fresca que nos embala mesmo quando vais só até ali.
ReplyDeleteUm abraço******
Nunca estarás nem jamais serás ausente.
ReplyDeleteMesmo que não cantes...
1001 bjs
minha querida Maria,
ReplyDelete«sempre perto do mar»
eu cá estou quase de partida, não se esqueçam de serem felizes!!! Até setembro. Bjhs
Em primeiro lugar quero dizer que dia 4 lá estarei na Atalaia :)
ReplyDeleteDepois... quero dar-te os parabéns pelos poemas que encontro neste teu mundo, para ler e reler.
Bjs com amizade
Luis
Estarás sempre presente, já que a tua ausência é apenas aparente. Rima e é verdade...
ReplyDeleteQuerida amiga, gostei do teu poema, belíssimo.
Boas férias, beijo.
O silêncio é palavra de ouro
ReplyDeleteque embala o teu tesouro...
O nó da árvore parece dizer
Oh! Eu te espero em doce acontecer!
Mais um estantinho...
E aqui deixo um beijinho!
Vai e voltas, andas tão irrequieta! ;))
ReplyDeleteQue voltes cheia de força e energia, que o mar, como sempre, te espera.
Abraço
Se ainda andas pelos lados da Serra, logo chegará o São Mateus!
ReplyDeleteSempre presente, sempre linda, Maria!
ReplyDeleteBeijinhos
Lindo, como sempre.
ReplyDeleteJá te levei o prémio. Obrigada minha amiga.E respondi-te no meu último post.
beijinhos daqui para aí.