Menino do Bairro Negro
Olha o sol que vai nascendo
Anda ver o mar
Os meninos vão correndo
Ver o sol chegar
Menino sem condição
Irmão de todos os nus
Tira os olhos do chão
Vem ver a luz
Menino do mal trajar
Um novo dia lá vem
Só quem souber cantar
Vira também
Negro bairro negro
Bairro negro
Onde não há pão
Não há sossego
Menino pobre o teu lar
Queira ou não queira o papão
Há-de um dia cantar
Esta canção
Olha o sol que vai nascendo
Anda ver o mar
Os meninos vão correndo
Ver o sol chegar
Se até da gosto cantar
Se toda a terra sorri
Quem te não há-de amar
Menino a ti
Se não é fúria a razão
Se toda a gente quiser
Um dia hás-de aprender
Haja o que houver
Negro bairro negro
Bairro negro
Onde não há pão
Não há sossego
Menino pobre o teu lar
Queira ou não queira o papão
Há-de um dia cantar
Esta canção
a primeira cantiga que cantei do Zeca!... era ainda tão cachopa...
ReplyDeletebeijocasssss
vovó Maria
Excelente série a caminho de domingo.
ReplyDeleteObrigado. Beijos
Onde não há pão, não há sossego. Não mesmo.
ReplyDeleteDomingo está quase, quase. :)
Beijinhos, Maria
Maria:
ReplyDeleteNão pude deixar de me demorar aqui.
Música de culto
O Zeca ao vivo
Poema fabuloso
Felizmente que alguns censores eram mesmo broncos que nem perceberam o alcance desta música fabulosa
beijo
João
obrigado Maria
ReplyDeletenão calculas como amo o Zeca
e como eu cantei tantas vezes esta canção ...
um grande beijo
Mais uma pérola!... :)
ReplyDeleteNão tenho comentado, mas tenho adorado as tuas prendas.
ReplyDeleteQue Abril bata forte no nosso peito. Estamos a precisar tanto...
Beijo.
Maria,
ReplyDeleteEsta canção e, principalmente esta fotografia, fazem-me recuar aos tempos em que conheci o Zeca Afonso em Moçambique.
Velhos tempos, minha amiga!
Beijinho do lado de cá.
Continuas com escolhas de 1ª!
ReplyDeleteAbraço
Querida Maria,
ReplyDeleteGRANDE ZECA, INCONTORNÁVEL ZECA!...
Se não é fúria a razão
Se toda a gente quiser
Um dia hás-de aprender
Haja o que houver
Aprender custa!...
Beijinhos,
Manuela
Cresci a ouvir o Zeca, talvez por isso, me seja, sempre, possível emergir.
ReplyDeleteAinda que. :)
Tantos outros meninos e bairros, tantos anos depois.
Um abraço, Maria.
Como foi possível proibir este hino?!... Tempo que não volte, esse, e viva a Liberdade! Zeca, sempre!
ReplyDeleteBeijo
Zeca Afonso! Sempre...
ReplyDeleteUm beijinho
António
E o menino vai crescendo...na liberdade do nascer...
ReplyDeleteBeijinho.
Persistimos na espera de ver esse sol nascer...!
ReplyDeleteBeijo
Lindo,
ReplyDeleteZeca Afonso, Sempre!
Gd Bj,
GR
E Viva Abril!
ReplyDeleteUm beijo grande e um cravo de Abril.
Música eterna, voz inesquecível, um Homem com "agá" grande.
ReplyDeleteOs bons sempre se vão cedo demais.
Beijinho