"QUANDO EU MORRER VOLTAREI PARA BUSCAR OS INSTANTES QUE NÃO VIVI JUNTO DO MAR" (Sophia de Mello Breyner Andresen)
Maria!Muito bem lembrado!Pelo fascismo e com tamanha covardia pelas costas.Mas a sua poesia é eterna!Um beijo
Os que o mataram é que, na verdade, morreram...Abreijo.
Lorca está VIVO.Eles - os monstros - nunca viveram.Um beijo grande.
Continua. Apenas deixou a forma "corpórea". Um beijo.
Para que se não esqueça ...
Uma vítima da prepotência, e isto é pouco, até me faltam as palavras para tão ignóbil assassínio!Essa poesia é demais!Tenho por aqui um vizinho que é tal e qual o Garcia Lorca, até fico impressionada.Beijinhos,Manuela
Maria:Obrigado pela lembrança. É fantástico o teu blogueBeijoJoão
Maria!
ReplyDeleteMuito bem lembrado!Pelo fascismo e com tamanha covardia pelas costas.
Mas a sua poesia é eterna!
Um beijo
Os que o mataram é que, na verdade, morreram...
ReplyDeleteAbreijo.
Lorca está VIVO.
ReplyDeleteEles - os monstros - nunca viveram.
Um beijo grande.
Continua. Apenas deixou a forma "corpórea".
ReplyDeleteUm beijo.
Para que se não esqueça ...
ReplyDeleteUma vítima da prepotência, e isto é pouco, até me faltam as palavras para tão ignóbil assassínio!
ReplyDeleteEssa poesia é demais!
Tenho por aqui um vizinho que é tal e qual o Garcia Lorca, até fico impressionada.
Beijinhos,
Manuela
Maria:
ReplyDeleteObrigado pela lembrança. É fantástico o teu blogue
Beijo
João