Não me apetece escrever. Atei os dedos uns aos outros e assim não consigo tocar as teclas. Porque não me apetece escrever. Tenho todas as palavras a saltarem-me do peito, mas não tenho o teu sorriso. E sem o teu sorriso não me apetece escrever. Se tu me desses hoje o teu sorriso como o deste ontem e todos os outros dias talvez eu escrevesse. Mesmo que não me lesses, eu escreveria o teu nome e a saudade e o abraço. Assim não me apetece escrever. Hoje não.
Porque não me dás o teu sorriso?
Olá Maria
ReplyDeleteAs tuas palavras não deixam ninguém indiferente e não faltarão sorrisos para te soltar os dedos para que as palavras, as tuas palavras respirem livremente.
Nós, Os teus leitores, precisamos delas, das tuas palavras e... sorrimos.
Solta os teus dedos e deixa que as palavras te saltem do peito livres como vento, belas como o voo das aves e o alvorecer no oceano.
Uma boa semana,
BJS
Felizes aqueles que têm a escrita dos teus olhos...
ReplyDeleteBeijos. Mil
Sem um sorriso lindo não é possível fazer nada,de jeito.
ReplyDeleteEu quero sorrir-te.
Um abraço,
mário
o meu sorriso aqui vai:)
ReplyDeletetens sempre contigo o sorriso das tuas palavras.
Muitos beijinhos e um sorriso
Jorram como fontes, os segredos.
ReplyDeleteCobrem-se as pétalas e as cores brilham
Sempre que em sorriso, os teus olhos se fazem mãos
De construir o amor inteiro por entre os silêncios que gritas...
O rio, a corrente, o sal da pele
Esses são o resultado do canto que transformas
Sempre que os teus olhos sorriem assim
Sem nunca parar
Como só as fontes sabem
Fecundas em ti...
Dorme Sobre o Meu Seio
ReplyDeleteDorme sobre o meu seio,
Sonhando de sonhar...
No teu olhar eu leio
Um lúbrico vagar.
Dorme no sonho de existir
E na ilusão de amar.
Tudo é nada, e tudo
Um sonho finge ser.
O ‘spaço negro é mudo.
Dorme, e, ao adormecer,
Saibas do coração sorrir
Sorrisos de esquecer.
Dorme sobre o meu seio,
Sem mágoa nem amor...
No teu olhar eu leio
O íntimo torpor
De quem conhece o nada-ser
De vida e gozo e dor.
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
Beijos
Olha se apetecesse!... :-)
ReplyDeleteAbreijo.
O que (a falta de) um sorriso é capaz de fazer!...
ReplyDeleteUm beijo grande.
Eu não vejo sorrisos...porque também não os dou! :-((
ReplyDeleteAbraço
Dou-te um sorriso cansado, mas, ainda assim, um sorriso.
ReplyDeleteDois braços ao fim de mais um dia de trabalho, mas que ainda sabem abraçar. E gostam.
Um carinho que cresce com o tempo.
Escreves bem...
Beijo.
Há sorrisos, em particular, que fazem muita, muita falta... e a sua aus~encia tolhe-nos os dedos e a alma.
ReplyDeletebeijo!
Um sorriso é como o sol aquece e ilumina o olhar.
ReplyDeleteTão bonito e tão verdadeiro!
Um beijo
Essa saudade eterna que vive dentro de ti e que tu tão bem sabes exprimir...
ReplyDeleteBeijinho
Ana
Cada sorriso sentido traz de volta essa criança adormecida... :)
ReplyDeleteSeja lá o que isso fôr, (como diz a tua etiqueta), estamos em perfeita sintonia e porque não me apetece escrever vim ler-te...e encontrei-me.
ReplyDeleteJá colei o link do Pedro lá na frente do Brancamar, bastou espreitar para ver que é mesmo bom, :))
Vou ainda hoje ler melhor.
ainda bem que gostaste do pôr do sol na Foz,é lindo não é?
Beijinhos
Branca
Muito obrigada a todos que passaram por aqui.
ReplyDeleteBeijos.
Eu dou-te o meu, mas também queria um sorriso, mas esse se perdeu.
ReplyDeleteBeijinhos, Maria.