
Nas tuas mãos tomaste uma guitarra.
Copo de vinho de alegria sã
Sangria de suor e de cigarra
que à noite canta a festa da manhã.
Foste sempre o cantor que não se agarra
O que à Terra chamou amante e irmã
Mas também português que investe e marra
Voz de alaúde e rosto de maçã.
O teu coração de oiro veio do Douro
num barco de vindimas de cantigas
tão generoso como a liberdade.
Resta de ti a ilha de um Tesouro
A jóia com as pedras mais antigas.
Não é saudade, não! É amizade.
(Ary dos Santos)
Já nem o vento cala a desgraça.
ReplyDeleteUm abraço,
mário
Tinha que ser... não é? :-))) Como esquecer?!
ReplyDeleteAbreijo.
Pena que o seu valor não seja tão lembrado como devia... Sempre gostei
ReplyDeletede Adriano Correia de Oliveira
Bonita homenagem a um grande homem, com os versos de outro deles.
ReplyDeleteSendo a terra de Adriano palco de um grande movimento associativo, recreativo e cultural, porventura ele já levava para a vida adulta o embrião que o fez ser um dos maiores cantores de intervenção, talvez um dos pioneiros.
Beijos para ti.
Gostei muito.
Branca
Uma saudade do tamanho do mundo...
ReplyDeleteUm beijo grande.
Um beijo Maria sempre com saudades tuas.
ReplyDeleteFicou a voz, para reencontrar todos os dias...
ReplyDeleteO grande Adriano!
ReplyDeleteBoa semana
Abraço
Ary e Adriano!
ReplyDeleteEternos!
BFS
Abraço
Que "dupla" magistral hoje aqui nos recorda, Maria! Obrigado por este momento que, no meu caso, consegui reviver com alguns dos seus saudosos cantares!
ReplyDeleteBeijinho e bom fim-de-semana
Não será esquecido.
ReplyDeleteBeijinho, minha Maria*
Muito obrigada por terem passado aqui.
ReplyDeleteSão dois Grandes Homens que continuam presentes. Sempre.
Beijos.
Boa lembrança, esta...
ReplyDeleteBeijos.
Jamais esquecerei esse triste dia, esse mês tão quente e já passaram 28 anos!
ReplyDeleteA minha mãe e o nosso Adriano.
Gd Bj,
GR
faz-(nos) falta. muita...
ReplyDeletebeijos
adoro este poema
ReplyDeleteobrigada
brisas doces para ti