
Saboreio a vida de modo diferente, hoje. Porque o meu corpo também já não é jovem nem insaciável. Mas também não é cobarde e a vida ensinou-me tanto. Vivo a calma que me dá a idade que tenho. Há dias em que os pássaros me vêm buscar e vôo com eles. Volto tarde na noite e nada importa. Apenas tu, que me esperas...
...e é tão bom quando os pássaros nos vêm buscar para voar com eles...
ReplyDeleteBeijos
Jorge
Como eu adoro ler quem escreve "canções" de amor como esta.
ReplyDeletePalavras que são versos, dessas que enamoram, até na solidão... enchem de satisfação o ser.
ReplyDeleteBeijinhos
Essa tua acalmia, foi sentida por mim no sábado...
ReplyDeletePareces estar bem com a vida.
Beijo
Ana
Olá Maria
ReplyDeleteSó posso concordar contigo. Só uma alma em paz pode sentir assim.
Sempre gostei muito da Guarda mas achava que ficava muito longe e ia adiando a viagem. Faz-se muito bem.
Recordei as papas de carolo...que bom.
Beijinho
Isabel
palavras simples, calmas e bonitas.
ReplyDeletebeijinho Maria
E quão bom...é esse saborear lento...onde nos perdemos, sem vontade de continuar.
ReplyDeleteApetece partir a clepsidra da vida e cair no êxtase...de dizermos apenas...e ainda bem!
Beijinho.
Tão bonito!
ReplyDeleteUm beijo grande.
Que bem escreves a serenidade do envelhecimento. E às vezes é tão bom...
ReplyDeleteSó pode viver assim quem sempre lutou acreditando.
ReplyDeleteVôo sempre com os pássaros.
Um abraço,
mário
A verdade é simples como este texto sublime!
ReplyDeleteGosto desse sabor que também costumo experimentar.
ReplyDeleteLinda leve e doce é esta escrita.
Beijinho
É isso tudo. E muito bem (bonito) escrito.
ReplyDeleteA arte do en velho ser que procuro aprender em cada dia que passa e mo ensina.
Um grande beijo
Nas tuas águas uma vida. Um sussurro de nós. Nas tuas águas, um caminho para a foz.
ReplyDeleteNa tua corrente uma inquietação. Um beijo mais. Na tua corrente é que te vais.
No teu reflexo a saudade. A pele ainda quente. No teu reflexo, sempre ausente.
Na tua história o tempo. A certeza de um passo. Na tua história, a cor de um abraço.
Na tua cor o mundo inteiro. As vozes que se fazem luta. Na tua cor, o coração que se escuta.
Na tua margem o olhar. Flores que nascem para mim. Na tua margem, que me abraça assim.
No teu leito o amor. Os segredos amantes do quarto. No teu leito é que parto.
No teu silêncio os gritos. Molham-se os pés de mansinho. No teu silêncio, mantos de carinho.
No teu nome a eternidade. E fico neste voo de mão dada. No teu nome, a minha estrada!
A vida ensina, e todos os dias aprendemos.
ReplyDeletePreciso ressaltar este trecho, belíssimo. Sempre a me encantar.
"Há dias em que os pássaros me vêm buscar e vôo com eles. Volto tarde na noite e nada importa"
Um ótimo final de semana. beijo
A simplicidade e sabedoria em palavras de a quem "a vida ensinou tanto"
ReplyDeleteUm beijo
BF
Que ninguém nos ouça.... mas gosto de esperar por ti!
ReplyDeleteGosto desta tranquilidade.
ReplyDeleteÉ bom "pressentir-te" calma e de bem contigo.
Beijinhos Maria.
Ricardo
Soube-me bem ler este bocadinho de texto que gostaria que fosse maior mas que se calhar depois era demais...soube-me bem
ReplyDeleteQue bem que se está à sombra deste Pinhal!
ReplyDeleteGrato
João P.
Acho muito bem que não sejas cobarde com o teu corpo... voa sempre que os pássaros te venham buscar...
ReplyDeleteO texto é belíssimo. Só não percebi o título... era o teu aniversário? Então devia ser "Dia 365"...
Um beijo, querida Maria.