
Tenho as mãos cheias de cinzas. Queimei restos de um passado distante, tão distante que já nem quero lembrar mais. Restam as cinzas. E as memórias, porque as memórias ficam sempre e fazem parte de nós.
Tenho as mãos cheias de cinzas. Talvez as vá lançar ao vento ou no jardim de todos os sonhos. Onde nascem flores de todas as cores a cada primavera. Perco-me a olhar o mar, mesmo a meus pés, e num repente abro as mãos e deixo que as cinzas se escoem por entre os dedos.
Estranho como as cinzas de um passado que queimei vão agora alimentar vida...
Sabes que ficarás para sempre dentro de mim.
Sem palavras, Maria...
ReplyDeleteBeijinho
...E tanto de bom renasce das cinzas!...
ReplyDeletePosso tentar um poema a renascer das cinzas (do teu texto)?
:)
É tão bom preservar certas memórias...em nós.
ReplyDeleteUm beijo, saudades
Fica sempre alguma coisa...
ReplyDeleteAbreijo.
nem tudo é perfeito, mesmo nas memórias...
ReplyDeletebeijinho Maria
A memória perdura...
ReplyDeleteUm abraço... e um beijinho.
As cinzas são assim, quando as tratamos assim...
ReplyDeleteUm beijo grande.
Maria!
ReplyDeleteSó assim hás de o ter para sempre contigo namemória sem que insistas.
Emocionante!!!
Um beijo
Agradeço a sua visita, o seu comentário.
ReplyDelete100.000 visitas também se fizeram com a sua participação.
Muito obrigado!
É... "Estados de alma seja-lá-o-que-isso-for... e nós sabemos o que é. É difícil e dói que se farta.
ReplyDeleteBoa noite, Maria. In São João!
Maria:
ReplyDeleteÉ mesmo assim. Das cinzas nasce nova vida!
E como eu sei isso
beijo
João
Calo-me no respeito...que mereces!
ReplyDeleteSempre, Maroca, pra sempre dentro de ti.
ReplyDeleteBeijo imenso no coração, AICeT.