Pequeno poema
Klimt, Mãe e Filho
Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.
Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.
As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...
P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...
(Sebastião da Gama)
Pequena apenas foi a sua vida.
ReplyDeleteAbreijos.
Um abraço muito, muito forte, amiga.
ReplyDeleteQuerida Maria, vejo que também andaste em digressão...
ReplyDeleteUm belo poema e um quadro de Klimt não menos belo...
Beijinhos da girassol...preguiçosa para blogar!!!!
Ficou tudo na mesma,há-de mudar com a luta durante a vida,mesmo que curta.
ReplyDeleteUm abraço,
mário
Um poema bastante diferente. A ternura do olhar valia por tudo.
ReplyDeletebeijo
Tanta ternura num poema lindíssimo!
ReplyDeletePequeno... mas belo!
ReplyDeleteUm beijo grande.
não aconteceu "nada". mas a VIDA cumpiu-se...
ReplyDeletegostei muito.
beijo, querida amiga
"cumpriu-se", naturalmente...
ReplyDeleteEu queria que fosse um acontecimento, ;) mas vê lá que até me atrasei, fui nascer em outubro e tinha de nascer em setembro. :)
ReplyDeleteLindo poema... copiei pra mim. :)
Beijos, querida!
Adoro este poema...feito ternura
ReplyDeleteFoi bom encontrar ele aqui
brisas doces para ti Maria*