Pedaços
O vento rugia na noite
O medo surgiu como açoite
na madrugada por chegar
O vento gemia na cama
O medo eterno de quem ama
no dia já a despontar
O vento então calou
O medo por fim acabou
na tarde que desfalecia
Os teus braços eram os meus braços
E nós adormecendo aos pedaços
na noite que então surgia.
Eu também ouço rugir mas tenho um problema, com esta escuridão não consigo saber se é o povo ou o tirano que ruge.
ReplyDeleteAbreijos.
...noites que fogem e, nos deixam sem guarida...
ReplyDeleteBeijo
E sempre nos tráz um pedacito de felicidade.
ReplyDeleteUm abraço,
mário
Adormecer aos pedaços enquanto o vento geme lá fora...ou não. Ainda ontem "ouvi" coisa semelhante, mas não em versos, assim, Maria. Só ouvi.
ReplyDeleteBom dia para ti.
Que bela maneira de adormecer...
ReplyDeleteA noite que ruge como uma fera ameaçadora.
ReplyDeleteUm beijo
No sono talvez a paz...
ReplyDeleteQue escrita linda e tão terna!!
ReplyDeleteComo se sente aqui a sensibilidade de quem escreve assim...
Uma delicia!!!
ReplyDeleteBeijos meus...
AL
Uma ternura
ReplyDeleteBjs
Um poema muito inspirado.
ReplyDeleteUm abraço e obrigada.
O medo calado num abraço que mais parece a eternidade!
ReplyDeleteBeijinhos
Maria:
ReplyDeleteAssim seja, sempre!
Se for sem medos e sem "ventos" então!
Beijo
João P.
Obrigada a todos pelos comentários que aqui deixaram.
ReplyDeleteBeijos.