Monday, November 07, 2011

Chamo-te


Perco-me neste azul enorme de mar
No infinito que me transporta o olhar
Na rocha onde me deito a descansar
No vento que me faz rodopiar
Nas asas que estendo para voar
No abraço que tarda em chegar
No beijo que na noite me faz sonhar
E depois, muito devagarinho,
sem medo e sem dor
te chamo, meu amor!

10 comments:

  1. Sempre tão lindo.

    Só um ser lindo pode assim escrever.

    Um abraço,
    mário

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  2. Tu e o (a) mar sempre presente!

    Abraço

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  3. Maria,

    Fizeste-me recordar alguns poemas meus de há uns tempos atràs.
    Agora a inspiração anda um pouco fugida, por isso me sabe tão bem vir aqui ler os teus poemas de amor e de mar.

    Este é muito lindo e a fotograsfia também.

    Beijos
    Branca

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  4. Agora com o GPS só se perde quem quer...

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  5. "No abraço que tarda a chegar".

    Mas não chamo-te...não mais.

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  6. E quem é que pode ersistir a tal chamado?...

    Um beijo grande.

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  7. Que delícia de arrepio que me deu!!!

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  8. Que poema mais bonito. Bem construido e delicioso. Um canto de sereia... Não será, mas podia ser...
    Beijos, querida amiga.

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  9. o azul que é verde no teu olhar branco de espuma.
    belo.

    (saudades....:-D

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  10. Sempre, sempre, sempre, linda a comunhão das suas palavras, com a imensa, profunda e misteriosa beleza do mar.

    beijo, saudade.

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