
Como posso resistir-te, se as minhas lágrimas
se confundem com a tua alegria e me atiras beijos molhados
Como posso ignorar-te, se quando me adentro
em ti me abraças e me levas numa dança de volúpia sem fim
Como posso esquecer-te, se em cada onda de vir
vejo o teu rosto de menino maroto, sem pressa e a sorrir
É assim que me entras, e ficas, o tempo que queres
e eu deixo, para guardar o teu cheiro debaixo da minha pele.
Uma maravilha.
ReplyDeleteAbraço,
mário
Mais um dos seus poemas de encanto.
ReplyDeleteUm abraço
vibrantes palavras - irresistíveis, diria...
ReplyDeletebeijo
Que belo poema de amor e dor, Maria!
ReplyDeleteO amor
ReplyDeleteé incomensurável
Bjs
Maria, impossivel resistir...
ReplyDeleteAbraço de regresso a este lado do mar.
Obrigada por terem passado por aqui.
ReplyDeleteBeijos.
terno e irresistível com um leve toque de sensualidade.
ReplyDeletegostei!
;)