Percorro todos os nossos caminhos novamente
Que de saudade me chama a tua voz ardente
Mesmo que finja não ouvir e siga em frente
Sei
que estás aqui, a meu lado, tão presente
Posso
pintar o mar de verde e ser ausente
Que a
espuma das ondas te devolve a mim ternamente
E
ainda sem saber se me vês em sangue fervente
Sei
que te tenho em mim, olhar e voz, para sempre.
Irei voltar ao meu "Poesia (uma por dia)" e... estás na calha
ReplyDeleteMais uma vez me repito, ao dizer que gosto imensamente das suas palavras, da forma de escrever, expressar sentimentos.
ReplyDeleteA rima ficou suave, gostosa de ler.
abraço
És uma excelente poetisa do amor ausente, do amor dorido, do amor perdido!
ReplyDeleteHoje não comento
ReplyDeletefaleceu o Joaquim Benite
Porra! Agora lixaste-me! O psiquiatra retirou-me da poesia! Mas provei o primeiro verso e tive de ler tudo! Não me vai fazer mal! Foi apenas mais um poema! Quando voltar aqui, espero não ter de ter mais uma recaída!
ReplyDeleteUm abraço e bons versos te tenham
venho do conversa avinagrada e confesso que gostei daqui.
ReplyDeleteeste poema bem rimado é muito bom.
beijo
;)
...já o comentei...
ReplyDeleteIntenso e sentido!
Beijo!
Gosto tanto de te ler Maria!
ReplyDeleteTu escreves com a alma... eu sei que tu não sabes muito bem onde está a alma, mas tu tens alma do tamanho do teu coração...
a alma cientificamente não existe.~
mas a ciência é fria e também não sabe falar de amor...
um beijo
adoro-te