
Olho as tuas palavras e vejo-te em cada uma.
E sinto-as todas.
Leio-te devagarinho desatando cada nó que se faz.
E engulo-os todos.
Visto a inquietação o sufoco o cansaço a solidão.
E abro o meu peito.
Deixo-me sossegar no abraço que nos demos.
E no rio de que és feito.
Eis o registo certo
ReplyDeletepara as palavras merecidas
De inquietação vestida mas de amor abraçada!
ReplyDeleteAbraço
Amiga Maria.A cada instante se sente esta inquietação,mesmo que o poema venha devagarinho,atado e com nós!
ReplyDeleteBeijinhos para ti.
um belo poema. sentido...
ReplyDeletebeijo
Gostei.
ReplyDeleteUm abraço
Bonito, Maria, bonito.
ReplyDeleteBeijos apertados
ReplyDeleteBjs
Calma aí! nada de confusões mas eu também sou rio! E ás vezes também rio, nem que seja de mim!
ReplyDeleteUm abraço e ríamos
Muito obrigada a todos que passaram por aqui.
ReplyDeleteBeijos e boa semana.