
De tanto cerrar os dentes trinquei o coração.
Que sangra sem parar, como um rio.
Quando nos perdemos. Porque deixei de te ver.
Não sei dos trilhos que caminhas nem das árvores que te abrigam.
Sei de um rio, verde-sangue. Mas não sei da foz nem da fonte.
Perdi-me no meio do nada e não encontro o caminho.
Não sei regressar-me. Os meus passos levam-me à falésia.
E à vertigem. O abismo. O sim e o não.
O silêncio é total e ensurdeço. Nem te oiço.
Mas cheiro-te. E tu salpicas-me de lágrimas. O mar em frente.
Deixo-me cair devagarinho e adormeço.
Sei que quando a maré começar a subir virás lamber-me os pés…
Muito bonito, Maria. Parabéns!
ReplyDeleteTão lindo...
ReplyDeleteBeijinhos, Maria
beijo Maria,
ReplyDeletebelo o teu poema. gostei muito
Não há morte nem princípio
ReplyDeleteBj
Um belo poema pese a dor que perpassa por ele.
ReplyDeleteUm abraço e bom fim de semana
Obrigada por terem passado por aqui.
ReplyDeleteBeijos a todos.
Sempre o nosso mar ...Gosto da Foto.
ReplyDeletebeijo
Sempre o mar nas mãos.
ReplyDeleteBeijo Maria
Tão bonito doce Maria...dá vontade de ficar à espera que o mar venha...abraço e brisas doces***
ReplyDeleteAbraço.
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