Sigamos o cherne
Sigamos o cherne, minha amiga!
Desçamos ao fundo do desejo
Atrás de muito mais que a fantasia
E aceitemos, até, do cherne um beijo,
Senão já com amor, com alegria...
Em cada um de nós circula o cherne,
Quase sempre mentido e olvidado.
Em água silenciosa de passado
Circula o cherne: traído
Peixe recalcado...
Sigamos, pois, o cherne, antes que venha,
Já morto, boiar ao lume de água,
Nos olhos rasos de água,
Quando, mentido o cherne a vida inteira,
Não somos mais que solidão e mágoa...
Alexandre O’Neill
O cherne, fede
ReplyDeleteOlá Maria.Hoje de visita aqui li um poema que não conhecia,obrigada pela partilha e de cherne!!!Nada.
ReplyDeleteBeijinho
Este cherne é O'Neill.
ReplyDeleteA 'outra coisa' foi um acidente de percurso... :)
Hoje Passos Coelho
ReplyDeleteanunciou a sua recandidatura
não com promessas
mas com ameaças
o cherne virou tainha...
ReplyDeletebeijo, Maria
Do poema gosto , porque Alexandre é muito bom escritor.
ReplyDeletePena estar ligado a um verme...
Bons sonhos
Este cherne sim...
ReplyDeleteAbraço**