Faltam-me as palavras para te dizer o que sinto. Mas basta que me olhes e podes ler-me por dentro. Falta-me o teu corpo para que as minhas mãos te atravessem. Mas faço-me ponte e estarei em breve a teu lado. Falta-me a tua voz para me acordar cedinho ou para o beijo de boa noite. Mas invento-me a cada instante e estás sempre dentro de mim.
Dos rios que navegámos faço margens cheias de árvores e flores e montes cheios de pedras e urze. E desenho-te. Das estradas que percorremos fiz um caminho único, onde passo a passo chegarei ao fim. E sorris-me. Dos mares em que mergulhámos deixo que a natureza os transforme em mantos de mansidão ou de revolta. E amo-te.
Faltam-me as palavras. Faltam-me as mãos. Faltas-me tu. Falta-me tanto...
Maria, ainda me lembro do meu início de blogue no MAR Á VISTA, e, o quanto as tuas palavras me impressionaram e o desgosto porque estarias a passar e eu não almejava a razão....
ReplyDeleteSó te sentia sofrida de mais...
Hoje, é uma saudade sofrida que as tuas palavras tão bem acarinham...
Abracinho
:))
"Seja lá o que isso for"? Saudades, Maria. Estás vestida de saudades.
ReplyDeletebeijos e que as palavras cheguem lá.
Faltas-me tanto! Beijos Maria...
ReplyDeleteTudo rompe o meu corpo na saudade de ti
ReplyDeleteNo universo redondo da história, do sonho claro do amor
Palavras e palavras em fonte de rio mais que puro
O teu, assim, na pele e nos olhos de seres tanto calor
Tudo rompe, hoje, pelos versos mais quentes
Na beleza da tua janela aberta ao mar
Porque tu, Maria, em palavras sempre prontas em correntes
Sabes o tanto que este tanto tudo é uma forma do tempo amar
Tudo rompe e será sempre desta lucidez
Que do nosso abraço a vida se faz vento e tempestade
Manto e chá, vinho e queijo, cantiga e sorriso
Porque és eu em nós, tu em nós, em turbilhão de saudade
Beijo-te pela manhã, cheio de ti. Este texto queria ter escrito...
Não te falta coração, nem sentir... Nem as palavras... E que palavras!!!!!!
ReplyDeleteBeijo enorme, AICeT
Obrigada Maria pelo doce poema sentido.
ReplyDeleteAbraço!
Maria,
ReplyDeletePelas tuas palavras viajo ao âmago do sentir mais profundo.
Palavras cheias de força e de "génio", no limite da vontade e do desejo.
Sê feliz, Maria!
Beijinho de cá
Hoje de manhã cheguei ao departamento e, aborrecido e sem pachorra para trabalhar, vim dar um saltinho a ver o que havia de novo ou palavras antigas que ainda estavam por ler.
ReplyDeleteDe tão aborrecido, fui matar saudades de uma música que me inspiraste e achei que era altura de compreendê-la melhor. Agora que a interpretei, quero partilhá-la e não conheço outro lugar onde valha a pena.
«Não me deixes. É preciso esquecer, pode-se esquecer tudo o que já foi, esquecer o tempo dos equívocos e o tempo perdido a aprender como esquecer estas horas, que por vezes mataram, por força da razão, o cerne da felicidade.
«Eu dar-te-ei colares de chuva vindos de países onde não chove. Cavarei a terra além da minha morte para cobrir o teu corpo de ouro e de luz. Farei um campo onde o amor será rei, onde o amor será lei e tu serás rainha.
«Não me deixes. Inventarei para ti palavras sem nexo que compreenderás. Falar-te-ei desses amantes que viram por duas vezes os corações abrasarem-se. Contar-te-ei a história de um rei que morreu por não te haver encontrado.
«Vimos amiúde arrojar o fogo dum vulcão antigo, que julgávamos demasiado velho. Parece terras queimadas a dar mais trigo do que o melhor Abril. E quando vem a noite pelo céu flamejante, o vermelho e o negro não condizem.
«Não me deixes. Não mais chorarei, não mais falarei, escusar-me-ei de te assistir, de dançar e de sorrir e de te escutar, cantar e em seguida rir. Deixa-me tornar-me na sombra da tua sombra, na sombra da tua mão, na sombra do teu cão.»
Não é nada de especial, mas espero que aceites como agradecimento do teu belo poema "...e não consigo...".
Abreijos.
Maria, palavras e sentimentos e emoção para escrever pelo menos não falta.
ReplyDeleteE eu gostaria de ter escrito essa prosa poética.
abraços com carinho
faltam-te palavras Maria?
ReplyDeletenão... não te faltam palavras. és um desenho com coração.
um beijo do tamanho do mundo.
E tens tanto!...
ReplyDeleteUm beijo grande.
O meu cazumbi, curioso que é, meteu-se a ler este post. Saiu, chamou-me e disse vem comigo dizer à Maria que não lhe faltam palavras, as que aqui estão não são cinzentas de mansidão, têm o brilho próprio das que da saudade fazem caminhos novos. E não te esqueças de dizer que o tanto não é tanto assim, um estender de mão, e pronto, deixa de o ser. O meu cazumbi despediu-se,falando: deseja-lhe tudo de bom. Deixo a mucanda.
ReplyDeleteAbraço
Tudo menos as palavras. Fazem-me falta.
ReplyDeleteAbreijos.
Eu juro que ontem deixei aqui um comentário, pequeno, mas deixei...
ReplyDeleteBeijos, Maria.
Falta-me, essa tua forma linda de escrever o que sentes.
ReplyDeleteÉs tanto Maria.
És tão bonita.
Obrigada!
Beijo-te
Até já
Maria
ReplyDeletePor vezes escrever doi tanto...não doi?
Beijo minha amiga
Carminda Pinho
ReplyDeleteOs únicos comentários que apago são os em caracteres chineses ou lá o que é e os que têm links para vírus. Sabes do que falo. Jamais apagaria outros comentários...
Beijos
Um poema-grito melancólico e perturbante. E muito belo!
ReplyDeleteHum... :(
ReplyDeletea mim tambem, faz tempos, me faltam as palavras...
ReplyDeletebelissimas as tuas.
beijo daqui
M as às vezes
ReplyDeleteA s palavras
R iem de nós porque (nos)
I ludem com o
A mor.
Maria, Terra-Mãe, Liberdade, Sorriso, amizade.
Maria de alma cheia, mesmo que por vezes recortada.
Maria, vem comigo ver o por-de-Sol, de mão dada.
(Se te faltam as palavras , onde arranjaste estas que dizem o que eu sinto?:-)
1001 beijosssssssssssssssssssss
infinita. tanta dedicação. de uma ternura comovente.
ReplyDeletebelíssimo.
beijos
Ainda bem que existes Maria, se não ias-me fazer falta a mim...
ReplyDeleteBeijo grande e abraço bem apertado.
Joana
Falta-me tanto, quando me faltas tu!
ReplyDeleteLindo e tão triste Maria... Espero que estejas bem linda...
Um beijo-abraço
Muito obrigada por terem pasado aqui.
ReplyDeleteBeijos a todos
Palavras pra quê? Os olhos sempre dizem tudo... :)
ReplyDeleteBeijinhos, Maria
Maria, nem uma vez me passou pela cabeça que fosses tu que apagasses o comentário. Só disse aquilo porque tenho a certeza que escrevi, mas como sabes a internet por vezes (muitas) falha e dá nestas coisas.
ReplyDeleteBeijos
Tão lindo Maria!
ReplyDeleteGosto muito de te ler em palavras tuas.
Abraço-te!
Por vezes, as palavras voam e são a ponte para se inventar o amor.
ReplyDeleteLindo texto, Maria!
Se eu tivesse esta capacidade poética, este podia ter sido um post escrito por mim.
ReplyDeleteUm abraço.
Não faltam Maria. És uma "casa" cheia de palavras. Lindo este teu sentir.
ReplyDeleteBeijos
BF
ao contrario do meu post de hoje...já li e reli estas tuas palavras e concluo que a mim... é que mas faltam!
ReplyDeletebeijos Maria
...e tanto que falta...meu tanto...
ReplyDeleteUm abraço para ti Maria...****