
Falas-me
olhas-me
tocas-me
beijas-me
agitas-me
E eu fico tão
dormente e
tão desperta
ao mesmo tempo que
te olho, despido
esperando por
mim, pelo
amor que
te arde
É então que
eu te visto
de beijos molhados
e te bebo
todo inteiro.
Às vezes
o amor é assim...
olhas-me
tocas-me
beijas-me
agitas-me
E eu fico tão
dormente e
tão desperta
ao mesmo tempo que
te olho, despido
esperando por
mim, pelo
amor que
te arde
É então que
eu te visto
de beijos molhados
e te bebo
todo inteiro.
Às vezes
o amor é assim...
e quando assim é... é o amor no seu melhor.
ReplyDeleteBeijos Maria
adoro ler-te.
Lindo é o amor, quando é assim...!
ReplyDeleteBeijos grandes, AICeT!
Às vezes... é assim...
ReplyDeleteUM beijo grande.
A renda violenta do mar e a renda delicada das tuas palavras...mas que combinam tão bem!
ReplyDeleteÀs vezes há quem saiba dizer o amor assim ... e é bom poder ler !
ReplyDeleteBeijinho para ti, Maria *
Às vezes? rsrsrs
ReplyDeleteBeijos, Maria
Não é às vezes, mas sempre, que eu gosto do que escreves.
ReplyDeleteE este belíssimo poema não foge à regra.
Gostei imenso, querida amiga.
Desejo-te uma óptima semana.
Um beijo.
Tuas palavras
ReplyDeletelibertam
um fulgor que desnuda!
São fogo esparso
que se alastra
docemente
até queimarem os lábios
irreprimivéis…
Beijos, Maria!
AL
Maria.
ReplyDeleteAs vezes, claro que às vezes, é assim...
Beijinhos
Ricardo
Fabuloso, Maria!
ReplyDeleteAdoro a imagem: É então que
eu te visto
de beijos molhados
e te bebo
todo inteiro."
Que bom que o amor seja assim, ainda que só às vezes.
beijos.
Bendito, um amor assim...
ReplyDeleteBeijinhos