Cantar Zeca
Era um redondo vocábulo
Uma soma agreste
Revelavam-se ondas
Em maninhos dedos
Polpas seus cabelos
Resíduos de lar,
Pelos degraus de Laura
A tinta caía
No móvel vazio,
Congregando farpas
Chamando o telefone
Matando baratas
A fúria crescia
Clamando vingança,
Nos degraus de Laura
No quarto das danças
Na rua os meninos
Brincando e Laura
Na sala de espera
Inda o ar educa
Maria:
ReplyDeleteFoi das primeiras canções que me lembro que me marcaram mesmo. Ouvi-a numas férias no Algarve, era miúdo e tinha o disco numa cassete!
( a primeira foi a "barquinha de Belém" que aprendi na escola com os meus 7 anos antes do 25 de Abril! )
Ainda hoje sinto "qualquer coisa" quando a ouço...
Muito obrigado
E o Zeca nunca nos faltará!
ReplyDeleteAbraço
Hoje também me lembrei dele... coincidências...
ReplyDeleteUm beijo grande.
É o único que canta isto realmente bem! :-)))
ReplyDeleteAbreijo.
É de uma ternura sublime.
ReplyDeleteViva Maria...
ReplyDeleteObrigada por este "redondo" musical.
Tudo bem?
Abraço
ainda há pouco estive a ouvir "Abril" de Cristina Branco, com o Zeca...
ReplyDeletebeijinho Maria
Obrigado, Maria!
ReplyDeleteUm beijo
Zeca faz sempre tão bem...
ReplyDeleteMaria, e se vir aqui me traz saudade, imagina ouvindo o sotaque na voz de Zeca...a saudade aperta.
ReplyDeletebeijinhos.
Obrigada por terem passado aqui.
ReplyDeleteBeijos.