
Sentada na areia fico a olhar o mar
Deixando que no rosto me sopre o vento
Ao fundo um barco, sei-te a navegar
E fico perdida nas horas e no tempo
Navega o barco sem rumo e sem rota
E sentada fico, de cabelo ao vento
Chega a noite e a esta hora morta
Estou perdida nas horas e no tempo
Regressas de manhã com o nascer do sol
No barco empurrado pela vaga e pelo vento
Foram-se as estrelas que me serviram de lençol
Porque me perdi nas horas e no tempo.
No tempo certo, à hora certa, por certo lá estarás para apanhar o barco que partirá apenas para poder regressar.
ReplyDeleteUm abraço da casa das máquinas
Tão lindo Maria...
ReplyDeleteForam-se as estrelas que me serviram de lençol...
Queres que voltem?
Abraço e brisas doces para ti doce Maria*
um poema e tanto...
ReplyDeletegostei muito, Maria
beijo
Belíssimo
ReplyDeleteBjs tantos
Olá Maria!
ReplyDeleteTenho andado longe do Blog!
Gostaria de te adicionar como amiga no Facebook, caso tenhas!
Assim estaria mais actualizado com as tuas actividades escritas!
Beijinhos
Obrigada Maria por este belíssimo momento de poesia.
ReplyDeleteBeijos
Muito obrigada por terem passado aqui.
ReplyDeleteBeijos a todos.
Por vezes é fácil ficarmos perdidos nas horas e no tempo...
ReplyDeleteMagnífico poema, gostei muito.
Maria, tem um bom domingo e uma boa semana.
Beijo.
É muito bonito a forma que constrói os poemas, e a beleza neles contidos.
ReplyDeleteLeio pausadamente, gosto de me transportar, e neste foi fácil, mar, barco, vento.
abraço
ReplyDeleteSe os barcos fossem sonhos quem os podia parar?
Lídia
Bonito!
ReplyDeleteEste voltar à praia!
bjs
João
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ReplyDeleteE houve um "Entre Nós" que nasceu daqui e está no papel...
ReplyDelete:-)
Beijos.
Ai que lindo poema, Maria, adorei!!!!
ReplyDeleteUm grande beijinho da girassol