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Matas-me todas as noites e em todas as manhãs renasço nas memórias que
se avivam sempre que te leio escrevo-te um poema que apago e logo refaço
em álcool tabaco figuras difusas e tu sempre no meio.
Inevitável
lembrar o teu corpo e o teu sorriso rodopiando na sala onde a dança era
alegria olhos malandros de um olhar profundo e vivo e a certeza que
assim vivíamos todas as noites até ser o dia.
Memórias vivas
ReplyDeleteBjs
Não somos mais as mesmas.
ReplyDeleteUm texto belo e triste.....
ReplyDeleteMemórias de tempos felizes....
Beijinhos
nostálgico e belo...
ReplyDeletebeijo, Maria
Nunca acho as memórias nostálgicas - podemos ficar, sim, mas as memórias dizem-nos que vivemos e somos gente.
ReplyDeleteGostei!
Olá Maria,
ReplyDeleteAs memórias permanecem.
Chegará talvez o dia em que somos apenas memórias.
bj amg
Como se o tempo fosse a dança
ReplyDeletePor onde se inventam todas as histórias...
Como se tudo fossem apenas memórias
embebidas em tecidos de dor e esperança
Como se o tempo fosse o grito
Feito mar a cada nova passagem...
Como se tudo fosse sempre viagem
Que de mim resta este poema aflito
Como se o tempo fosse o amor
Do nosso amor eterno e forte...
Como se o meu corpo soubesse matar a morte
E eu, pobre amante, a madrugada em todo o seu esplendor