Tuesday, February 03, 2015

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Matas-me todas as noites e em todas as manhãs renasço nas memórias que se avivam sempre que te leio escrevo-te um poema que apago e logo refaço em álcool tabaco figuras difusas e tu sempre no meio.
Inevitável lembrar o teu corpo e o teu sorriso rodopiando na sala onde a dança era alegria olhos malandros de um olhar profundo e vivo e a certeza que assim vivíamos todas as noites até ser o dia.

7 comments:

  1. Um texto belo e triste.....
    Memórias de tempos felizes....
    Beijinhos

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  2. nostálgico e belo...

    beijo, Maria

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  3. Nunca acho as memórias nostálgicas - podemos ficar, sim, mas as memórias dizem-nos que vivemos e somos gente.

    Gostei!

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  4. Olá Maria,
    As memórias permanecem.
    Chegará talvez o dia em que somos apenas memórias.

    bj amg

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  5. Como se o tempo fosse a dança
    Por onde se inventam todas as histórias...
    Como se tudo fossem apenas memórias
    embebidas em tecidos de dor e esperança

    Como se o tempo fosse o grito
    Feito mar a cada nova passagem...
    Como se tudo fosse sempre viagem
    Que de mim resta este poema aflito

    Como se o tempo fosse o amor
    Do nosso amor eterno e forte...
    Como se o meu corpo soubesse matar a morte
    E eu, pobre amante, a madrugada em todo o seu esplendor

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