Wednesday, December 15, 2010

Memórias


As memórias. Sirvo-me das memórias que me parecem tão antigas para matar a saudade e depois morrer. Para parar os dias e assim reviver. Para respirar em ti e então renascer.
As memórias. Sirvo-me das memórias que me parecem tão recentes para reter as lágrimas e parar de chorar. Para te dar as mãos e poder amar. Para te abrir o meu peito e poder-te abraçar.

Saudades de todas as memórias quando olho o mar. E nele reconheço o teu olhar.

19 comments:

Apenas eu said...

Olá Maria.
Sei que as memórias te fazem chover. Sei também que não oderia ser de outra maneira.
Sei que não sei nada. e espero nunca saber dessa dor...
Abraço-te muito, com todo o carinho e ternura que por ti tenho.

Gosto muito de ti ! agora estou eu a chover!

salvoconduto said...

Um povo sem memória é um povo que não existe.

Abreijos.

João P. said...

Maria:

Desconhecia esse teu lado mais nostálgico!

Os teus textos têm sempre um lado optimista para além de transmitirem tanta beleza e optimismo.

Mas confesso que gosto de ambos os estilos!

É sempre bom parar por aqui ao fim de cada dia

Beijo

João

Pitanga Doce said...

As memórias nos parecem sempre de ontem. Acabadas de acontecer. Mas não.

Bom dia Maria

trepadeira said...

Sempre lindo.
Um abraço,
mário

Paula Barros said...

É muito lindo e eu gostaria de ter escrito.

O mar abraça o nosso olhar, nos traz lembranças, nos traz saudade, ameniza as ausências. Maravilhoso mar.

beijo

Manuela Freitas said...

Olá Maria,
Sempre bom ler o que tu escreves! A minha vida são memórias, as memórias são a minha vida, o minuto atrás vivido já é uma memória, mas projecto-me para a frente carregando as minhas memórias!..
Beijos carinhosos,
Manuela

Fernando Samuel said...

«A memória é a nossa ligação à vida»...

Um beijo grande.

Filoxera said...

A memória faz tudo acontecer novamente...
Beijos.

Maria P. said...

Sabes como gosto de te ler...

E...roubei-te palavras!
:)

Beijinho,minha Maria*

rouxinol de Bernardim said...

A memória é a flor mais pura no jardim da identidade(de uma pessoa e de um povo...), sem ela perdemo-nos no mar largo da indiferença.

Luis Eme said...

salgado e bonito...

(tens de pensar no livro...)

beijinho Maria

Parapeito said...

..memórias salgadas como o mar...
brisas doces para ti linda****

C Valente said...

Recordar é viver
Saudações amigas

svasconcelos said...

A memória vivifica os afectos, revisita-os...

beijo,

Maria said...

Obrigada a todos por terem aqui passado.
Beijos.

heretico said...

beijo Maria. com carinho...

bettips said...

Sei que o teu mar
tem estrelas e limos
espumas calmarias bravuras
grutas
e destino agarrado.
Não sei como sei, sinto.
Beijos, Maria

Swt said...

Estas palavras suas são do mais inspirado que conheço! A ver se mais perto do Natal temos aqui algo para eu pôr na página de Amigos da minha Escola José Afonso... ou no Ano Novo, vá!