Monday, April 26, 2010

Abril é Ary!



17 comments:

Filoxera said...

Sempre arrepiante...
Beijos.

viajantes said...

Dos que me estão colados à pele "...as portas que Ary abriu!...
Um abraço!

Memória de Elefante said...

Maria!
Pelo pouco que sei só sei que a essa voz não se cala.
Como está ali ao lado:Ary sempre!

Um beijo

fj said...

...sempre!!!

beijo, Maria

Joao P. said...

Por acaso tinha andado a ver hoje este vídeo!

Boa partilha de pensamentos

Beijo

João

Rosa dos Ventos said...

Ary sempre!
Sem esquecer aqueles que nos tens recordado...

Abraço

CNS said...

Sempre.

um abraço

Cris Caetano said...

Não vivi isso e mesmo assim me emociona. Acho a liberdade um bem preciosíssimo.

Beijinhos, Maria.

Manuela Freitas said...

Olá Maria,
Eu ia escrever «saudade»...mas mais importante é aquele espírito de... ABRIL SEMPRE!...
bJINHOS,
Manuela

Fernando Samuel said...

VIVA O POETA DA REVOLUÇÃO DE ABRIL!

Um beijo grande - e até Maio!

Nilson Barcelli said...

Também é Ary... que já o era antes do 25 de Abril acontecer...
Querida amiga, boa semana.
Beijos.

Parapeito said...

Que o verdadeiro espirito de ABRIL renasça todos os dias um pouco e que as pessoas continuem Acreditar que valeu a pena...
Dias cheios de brisas frescas para ti Maria ****

A.S. said...

Querida Maria...

Nunca consigo reprimir uma lágrima!!!

25 de ABRIL... SEMPRE!!!!!!!!!!!!!

Beijos
AL

bettips said...

Abrimos as portas da memória
quase ao mesmo tempo!
(peguei na Antologia, à procura desse texto enorme e forte como uma corrente! Somente umas horas antes...)
Bjs

quicas said...

Para ouvir de Abril a Abril! E sentir! E gritar! E viver - que Ary, como Abril, não morre!
Beijinho e obrigado pela sua visita e simpatia no meu blogue

Duarte said...

Fantástico!!!
Emocionante!!!
Recordei ao meu amigo João Campêlo, que passou anos no Tarrafal e que o livro "Diário da B5" o menciona, me fez ver um mundo de opressão...
Inolvidável!

Abraços de vida

Ana said...

Guardar, de Abril, a verdade e a utopia. Guardá-las nas palavras dos poetas. Guardar o grito vibrante dos cravos e a doçura do voo das gaivotas. Para não deixar morrer os sonhos. E voltar a acreditar.

Um beijo, Maria.