Friday, January 20, 2012

Memória de Amílcar Cabral








(Bafatá, Guiné-Bissau, 12 de Setembro de 1924
Conacri, 20 de janeiro de 1973)

8 comments:

salvoconduto said...

Não merecia, ter-se sacrificado tanto pelo o país que está dominado pelo narco-tráfico...

Abreijos.

Era uma vez um Girassol said...

Teria sido um bom dirigente para o seu país se o tivessem deixado viver...
Beijinho da flor

trepadeira said...

Como a Guiné seria diferente.

Um abraço,
mário

Teresa Durães said...

hum... a minha ignorância...

Fernando Samuel said...

Um dos mais relevantes dirigentes africanos de sempre.
(por isso Spínola fez com que ele fosse assassinado...)

Um beijo grande.

BRANCAMAR said...

Recordo um momento triste, mas que talvez tenha sido um toque final no apodrecer de uma teimosa luta por parte do império. Tendo a Guiné-Bissau proclamado unilateralmente a sua independência após a sua morte e tendo feito tremer o regime através de generais que começaram a ver o chão a fugir-lhes debaixo dos pés. E a partir daí tudo se precipitou. porque todas as colónias estavam já dispostas a tomar a mesma posição.

Um Homem que fez História e que gostei de recordar.

Beijos

Justine said...

Homem grande, que nunca se esquece. Mas com música de Cabo-Verde ainda é mais "sabe" recordá-lo:)))))

mfc said...

Ter memória é saber estar situado.... e não perder o norte!