Showing posts with label Taverna dos Trovadores. Show all posts
Showing posts with label Taverna dos Trovadores. Show all posts

Tuesday, April 07, 2009

Tempo de Solidariedade

O Guilherme é uma criança com graves problemas de saúde e, como todas as crianças, tem o direito a ser feliz.
Esgotadas as opções de ver o seu nível de vida melhorado em Portugal, encontrou em Cuba e nos médicos cubanos a solução do seu caso.
E é aí que todos nós entramos. Que todos nós temos o dever de o acompanhar nesta sua caminhada.
Quero pedir-vos que não faltem no jantar de solidariedade na Taverna dos Trovadores, dia 8 de Abril próximo, ou contribuindo com donativos. Para além dos excelentes músicos do Rogério Charraz Trio estarão outros; O Carlos Lopes no acordeão, o Zé Salgueiro na bateria, o Fernando Pereira, a Filomena Pereira e outros tantos que se irão juntar neste serão de solidariedade.

Para mais informação podem consultar o blogue do Guilherme em http://www.forcagui.blogspot.com/

(retirado daqui)

Conheci o Guilherme no sábado. Ao colo do pai, chegou junto do Rogério Charraz e pediu-lhe para cantar uma cantiga do Jorge Palma. E todos nós cantámos. Vou lá estar a jantar na quarta-feira, na iniciativa promovida pela Taverna dos Trovadores.

Quem não puder ir poderá sempre contribuir para ajudar o Guilherme a andar, dando os seus donativos.

Depósitos:
Conta nº 092/200008964 do BBVA
Titular da conta: Noélia do Carmo Gafanha (mãe do Gui)
Telem. 962693016

Transferências: NIB 0019 0092 00200008964 09
IBAN PT50 0019 0092 0020 0008 9640 9
BIC BBVAPTPL

Sunday, May 18, 2008

Ontem, na Taverna dos Trovadores

O RCTrio canta a lusofonia
O Fernando, dono da casa, a cantar Zeca Afonso
O Zé Manel, a cantar a Pedra Filosofal
O Rogério a cantar Inquietação

A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes

São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas

Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda

(José Mário Branco)

Vale mesmo a pena uma noite nesta casa. O ambiente é acolhedor, e temos 3 jovens a cantar as nossas boas cantigas.
Cantam lá às sextas e sábados. São o Trio Rogério Charraz, e pode ser visitado em http://www.rctrio.pt.vu