Letra & Música: Rogério Charraz
A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita
No tempo da outra senhora
Só havia p'ró jantar
E agora? Só me apetece chorar!
É o juro que sobe
Ai meu Deus, quem me acode
Quem me tira do buraco
Quem me livra do contrato
Que assinei p'ra pagar
O que não posso comprar…
No tempo da outra senhora
Todos cantavam o hino
E agora? É tudo a fazer o pino!
A bandeira na janela
Da barraca da favela
Chamada bairro social
Para não soar tão mal
Neste novo português
Onde se "kapam" os quês
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
No tempo da outra senhora
Não se podia falar
E agora? É tudo a desconversar
Na TV do momento
Jornal é entretenimento
Concurso? Humilhação
Futebol até mais não
E não perca a novela
Enquanto aperta a fivela
No tempo da outra senhora
Não havia oposição
E agora? Ninguém percebe quem são.
Do que ontem era ideia
P'ra curar desgraça alheia
Hoje só resta a desculpa
E o ónus dessa culpa
Que com tanta parceira
Ainda acaba solteira
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
Dizia a outra senhora
“Orgulhosamente sós!”
E agora? Em que Europa estamos nós?
Cotas na agricultura
Défice cravado na cintura
A factura por cobrar
Subsídios que gastámos
Dinheiro que esbanjámos
E que havemos de pagar
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita
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Thursday, April 30, 2009
Friday, April 17, 2009
Música para hoje, porque sim!
Letra & Música: Rogério Charraz
A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita
No tempo da outra senhora
Só havia p`ró jantar
E agora? Só me apetece chorar!
É o Juro que sobe
Ai meu Deus, quem me acode
Quem me tira do buraco
Quem me livra do contrato
Que assinei p`ra pagar
O que não posso comprar…
No tempo da outra senhora
Todos cantavam o hino
E agora? É tudo a fazer o pino!
A bandeira na janela
Da barraca da favela
Chamada bairro social
Para não soar tão mal
Neste novo português
Onde se "kapam" os quês
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
No tempo da outra senhora
Não se podia falar
E agora? É tudo a desconversar
Na TV do momento
Jornal é entretenimento
Concurso? Humilhação
Futebol até mais não
E não perca a novela
Enquanto aperta a fivela
No tempo da outra senhora
Não havia oposição
E agora? Ninguém percebe quem são.
Do que ontem era ideia
P`ra curar desgraça alheia
Hoje só resta a desculpa
E o ónus dessa culpa
Que com tanta parceira
Ainda acaba solteira
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
Dizia a outra senhora
“Orgulhosamente sós!”
E agora? Em que Europa estamos nós?
Cotas na agricultura
Défice cravado na cintura
A factura por cobrar
Subsídios que gastámos
Dinheiro que esbanjámos
E que havemos de pagar
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita
A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita
No tempo da outra senhora
Só havia p`ró jantar
E agora? Só me apetece chorar!
É o Juro que sobe
Ai meu Deus, quem me acode
Quem me tira do buraco
Quem me livra do contrato
Que assinei p`ra pagar
O que não posso comprar…
No tempo da outra senhora
Todos cantavam o hino
E agora? É tudo a fazer o pino!
A bandeira na janela
Da barraca da favela
Chamada bairro social
Para não soar tão mal
Neste novo português
Onde se "kapam" os quês
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
No tempo da outra senhora
Não se podia falar
E agora? É tudo a desconversar
Na TV do momento
Jornal é entretenimento
Concurso? Humilhação
Futebol até mais não
E não perca a novela
Enquanto aperta a fivela
No tempo da outra senhora
Não havia oposição
E agora? Ninguém percebe quem são.
Do que ontem era ideia
P`ra curar desgraça alheia
Hoje só resta a desculpa
E o ónus dessa culpa
Que com tanta parceira
Ainda acaba solteira
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
Dizia a outra senhora
“Orgulhosamente sós!”
E agora? Em que Europa estamos nós?
Cotas na agricultura
Défice cravado na cintura
A factura por cobrar
Subsídios que gastámos
Dinheiro que esbanjámos
E que havemos de pagar
A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita
A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita
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