Saturday, May 26, 2007

A cidade que me viu nascer

Desta vez foi a Isabel do blog Bom Dia Isabel que me desafiou para um meme diferente: dar a conhecer a cidade que me viu nascer.
Segue-se então a informação que retirei do site

http://www.cm-caldas-rainha.pt


(Rainha D. Leonor, retirada do Viagens pelo Oeste)

* Região: Centro / Estremadura
* Sub-região: Oeste
* Distrito: Leiria
* Área: 255.87 km2
* População: 48.844 (2001)
* Feriado Municipal: 15 de Maio


Um afloramento de águas termais de excepcional qualidade determinou, na viragem do século XV para o século XVI, a localização de um balneário e de uma nova povoação: Caldas de Óbidos, mais tarde Caldas da Rainha. O pequeno território, que em 1511 foi demarcado e recebeu foro municipal autónomo, surgia na zona da fronteira entre o domínio dos coutos de Alcobaça e o grande concelho de Óbidos.


Descrição Heráldica do Brasão de Armas da Cidade das Caldas da Rainha
* Armas: De azul, com um camaroeiro de ouro cheio de rosas de púrpura
Folhadas de verde, Coroa mural de cinco torres de prata.
* Bandeira: De 4 peças de amarelo e 4 peças de púrpura
* Heráldica: Descrição do Brasão de Armas da Cidade das Caldas da Rainha
O primeiro Brasão de Armas das Caldas da Rainha, era o escudo real, o mesmo do da Vila de Óbidos, a cujo termo pertenceu, e que fazia parte da Casa da Rainha D. Leonor.
A 12 de Julho de 1491 encontrando-se o Infante D. Afonso, filho de D. João II e da Rainha D. Leonor a cavalgar nas margens do Tejo, caiu do cavalo e embora prontamente socorrido por uns pescadores, para casa de quem foi transportado numa rede, veio a falecer.
A partir dessa data, a todos os brasões das vilas da Rainha, foi acrescentado uma rede e um pelicano, divisas de D. João II.

Museu José Malhoa
Museu dedicado a Malhoa, deve-se a António Montês, que desde 1924 o sonha para Caldas da Rainha.
Malhoa oferece Ao Povo das Caldas em 1926 o óleo Rainha D. Leonor, que marca a origem da instituição. Em 1932, o Pintor faz a primeira doação ao Museu, que é criado por despacho ministerial de 17.6.33.
A 26.10.33 Malhoa morre e no seu aniversário - 28.4.34 - o Museu é inaugurado em instalação provisória. Em 1940 inaugura-se o edifício próprio, projecto de Paulino Montês e Eugénio Corrêa pioneiro na museologia do País; é ampliado em 1950 e 57.
O projecto de remodelação e ampliação deste Museu é da autoria do arquitecto João Santa-Rita.
http://www.rpmuseus-pt.org/Pt/cont/fichas/museu_45.html
Colecções / Patrimónios
Acervo de referência do Naturalismo português em torno de Malhoa, a colecção alarga-se ao Grupo do Leão e a outros contemporâneos como Marques de Oliveira.
Revela a permanência desse gosto até aos anos 50, sendo mestres Veloso Salgado e Luciano Freire. No retrato, entre outros, aprecia-se Eduardo Malta e Henrique Medina. Do modernismo destaca-se Eduardo Viana.
A escultura pontua a época no retrato e estatuária oficial de Francisco Franco e Leopoldo de Almeida; da actualidade, nota-se António Duarte e João Fragoso.
Expõe uma síntese da produção cerâmica local centrada em Bordalo Pinheiro, de cuja autoria se vêem ainda as esculturas de terracota da Paixão de Cristo.
Na envolvência do jardim, distribui-se Escultura ao Ar Livre, que remete para o discurso delineado no percurso do Museu.

Atelier Museu António Duarte

Atelier Museu João Fragoso






A Igreja Nossa Senhora do Pópulo, consagrada a Nossa Senhora do Pópulo pela Rainha D. Leonor, inicialmente construída como capela primitiva do Hospital Termal, mas o rápido crescimento da povoação fez dela a Igreja Matriz das Caldas até quase aos nossos dias. Datada de 1500, foi planeada por Mestre Mateus Fernandes, um dos arquitectos da Batalha (Capelas imperfeitas). Neste edifício conjugam-se elementos do tardo – gótico europeu com outros de características mais locais (mudéjares e manuelinos). Possui o revestimento interior em azulejos seiscentistas, mantendo da construção primitiva painéis azulejares hispano – árabes nos altares laterais. Localizado sobre o arco triunfal, o tríptico da paixão tem motivado o interesse de investigadores, quanto à sua autoria e localização original.


Chafariz das 5 bicas

Praça da fruta
(fotos retiradas do Viagens pelo Oeste)












(foto tirada da net)

O Parque D. Carlos I foi projectado pelo arquitecto Rodrigo Berquó em 1889. A partir de 1948 foi remodelado pelo arquitecto paisagista Francisco Caldeira Cabral.

Bordados

É hoje, de generalizado consenso, poder afirmar-se que os Bordados das Caldas são dos mais belos, interessantes e sóbrios bordados regionais portugueses. É um género de bordado, porém, que até muito recentemente, não era conhecido fora da sua terra de origem.
A sua denominação, das Caldas ou da Rainha D. Leonor, segundo a tradição, prende-se ao facto da esposa de D. João II e das suas aias, nos tempos de permanência nesta localidade, quando a Rainha administrativa pessoalmente o seu Hospital, gastarem os seus ócios a debuxar e a entretecer bordados, ao gosto dos que chegavam à Índia.
Diz-se mesmo que «esses bordados tiveram sempre cultores na terra da Rainha D. Leonor e onde a Rainha pessoalmente dirigia serões de agulha a que acorriam as senhoras todas da sua vila que principiava».

Loiça













No último quartel do século XIX, do mesmo passo que o balneário termal caldense se tornava o mais concorrido do País e a vila um dos mais atractivos centros de vilegiatura, a louça das Caldas, um tipo de faiança fundamentalmente decorativa inspirada em motivos naturalistas, constituía-se como a principal indústria local.
Em 1886, Ramalho Ortigão referiu-se à «tradicional indústria das Caldas», a expressão é dele «cujos antigos modelos preciosos, constituindo um importante museu, se perderam por desleixo e delapidação com os despojos do convento da Madre de Deus». Nos finais do século XVIII e princípios do século XIX essa «indústria» atingira um ponto alto, seguindo-se uma decadência que só a entrada em cena de Rafael Bordalo Pinheiro, dois anos antes, permitira, na opinião deste Autor, interromper. Ramalho refere-se ainda à «encantadora tradição», naturalista, que gostaria de ver convertida à modelação ao vivo dos animais e plantas, isto é «insuflada da energia palpitante de talento criativo» e apoderada pela «tríplice ciência do escultor, do colorista e do decorador» Bordalo Pinheiro.




Algumas placas toponímicas ainda resistem aos tempos....





















Praias

A Lagoa de Óbidos é um dos mais belos locais da costa ocidental de Portugal e constitui um frágil ecossistema onde diversas espécies encontram um privilegiado habitat. Numerosas aves aquáticas e migratórias podem aqui ser observadas, mas é sobretudo ao nível dos moluscos bivalves que reside a importância da fauna desta área.
A Lagoa de Óbidos tem constituído uma fonte de rendimento importante para as populações locais através da pesca artesanal de diversas espécies de peixes e de bivalves, tais como, amêijoas, berbigão e cadelinhas, ao nível dos peixes salientam-se, o robalo, enguias, linguado, dourada e chocos.
Sendo uma massa de água salgada, a Lagoa de Óbidos caracteriza-se por uma uniformidade da qualidade das águas e comunica com o mar por um canal chamado a zona da “aberta".
A Lagoa de Óbidos é um dos mais belos programas turísticos da região, em especial nos meses mais quentes as duas margens enchem-se de gente, atraída pela sua beleza natural.
A Lagoa de Óbidos é considerada a maior e mais bela Lagoa de água salgada do País.

Foz do Arelho
Caldas da Rainha tem na sua orla marítima as praias de Salir do Porto e Foz do Arelho, esta, privilegiada pela natureza que surgindo entre a Lagoa de Óbidos e o Mar, se torna local ideal para prática de desportos náuticos, tais como: vela, windsurf, jetski, canoagem e pesca desportiva.
A praia da Foz do Arelho possui um magnífico areal situado na confluência da Lagoa de Óbidos com o mar, é a zona balnear por excelência de Caldas da Rainha.
Chegando à Foz do Arelho, contornar a rotunda para a esquerda e continuar até à praia, uma das mais belas de Portugal. A “aberta”, nome porque é conhecido o canal de ligação da Lagoa com o mar, torna a Foz do Arelho particularmente interessante, sendo muito procurada por nacionais e estrangeiros.
Subir ao topo da falésia, onde se avista todo o litoral que se estende para sul até ao Cabo Carvoeiro e Berlengas. Seguir no sentido de Salir do Porto pela estrada atlântica que se estende ao longo da Serra do Bouro, no alto das escarpas sobranceiras ao mar. Durante o percurso, dos vários miradouros, terá oportunidade de desfrutar das magníficas vistas sobre a costa marítima. A não perder a vista panorâmica que se pode apreciar no Talefe (marco geodésico situado a 160 m de altitude), um dos mais locais mais altos do Concelho.
Chegando a Salir do Porto, seguir em direcção às enormes dunas de areia branca de onde se pode admirar a “Concha de S. Martinho”, um dos mais belos e originais recortes de toda a costa Portuguesa.



GASTRONOMIA
Prato que aconselho: Ensopado de enguias, na Cabana do Pescador, Foz do Arelho

DOCES - cavacas e trouxas de ovos

Feira anual - 15 de Agosto, com direito a tourada, para quem gosta.

Consultar também os blogs Cavacos das Caldas e Viagens pelo Oeste

A idéia é passar este desafio a outros 5 bloggers. Então aqui vai:

Estão todos convidados a participar neste tipo, diferente, de meme.

65 comments:

bom dia isabel said...

Fantástica a forma como descreveste a cidade das Caldas. Desde uma perspectiva histórica, passando pelos sabores, artesanato, praias, localização do concelho foi tudo feito com tanto gosto e rigor que acabei comovida pelo empenho com que deste corpo a mais este même. Não esperava de ti uma atitude diferente pelo que te conheço, pelo que aqui ou ali nos comentários vou sabendo de ti.
Resta-me agradecer-te , Maria, a forma carinhosa com que sempre me acolheste e deixar-te beijinhos.
Boa noite, amiga!

Victor Nogueira said...

Olá, Maria

Fui muitas vezes a Caldas da Rainha, ponto de partida para explorar os arredores, incluindo as vilas e Coutos do Mopsteiro de Alcobaça, cuja fachada é paramim um misto entre o Gótico e o maneirismo. Mas o que me deslumbrou foi, após a subida da escadaria, deparar-me com a luminosidade da igreja, ascética e branca, sem a filigrana delicada da Idreja do Musteiro dos Jerónimos, ou a solidez pesada da Sé de Évora, cuja fachada me seduz.
E de Alcobaça gostei também do refeitório do Mosteiro e, nas Caldas, para além do Parque e dos Museus, a Praça da Fruta, anacronismo nos dias de hoje, cheio de vida, bulício e de cor.
E pronto, poetisa, vou de abalada, sem falar em Óbidos, outra vila que me seduz.
Saudações
Victor Nogueira

Victor Nogueira said...

Um PS

Como funciona este desafuio? A publicação é no blog de cada um? Embora digas que não sou intruso, a verdade é que tu és o centro para onde o olhar da esmagadora maioria dos comentadores «familiares» afectuosa e lacónicamente convergem.
Simplesmente Kant_O_XimPi

PS Tb gosto muito da Nazaré, especialmente vista do alto das arribas.

rosa dourada/ondina azul said...

Que bonita a forma como descreves a tua cidade natal, as Caldas da Rainha.

Bom fim-de-semana

Bjs.

Desassossego said...

Olá Maria,
passei por este sitios maravilhosos este verão...e caindo no lugar comum, vá para fora cá dentro, existem de facto sitios naravilhosos em Portugal...vale bem a pena descobrir...
Beijo doce

Gi said...

Nasceste numa terra bonita, se calhar por isso és uma pessoa bonita também :)
Acho que descreveste a tua terra de uma forma que quem não conhecer fica com vontade de lá ir.

Vou descansar agora uns dias amiga, vais ficar sem a tua companheira de insónias , aproveito e dou descanso a quem me visita. Não consigo abrandar, tenho mesmo que parar.

Beijinhos grandes.

Cuida-te sereia

Sininho said...

Maria:
Só posso dar-te os parabéns por esta cuidada "viagem na tua terra", que deixa a um canto qualquer folheto de Turismo Regional!
Que bem se devem entender tu e o Luís, partilhando tanta coisa comum!
A este desafio não me atrevo a responder.
Apesar de ter passado a juventude no Porto, nasci em Lisboa e nem conheço a minha cidade tão bem como devia...
Divulgada, já ela está e, de momento, só me apetecia era postar fotos do estado a que isto chegou...

Beijinho.

Júlia Coutinho said...

Fiquei emocionada com a descrição de Caldas da Rainha, a minha terra também! (como muito bem sabes... já que ambas andámos por lá a estudar...)
Curioso, dás-me informações que desconhecia, como os bordalos locais.
Quanto ao Museu José Malhoa foi o meu primeiro emprego (ainda adolescente) entre 1964-1965 onde ajudei a organizar os ficheiros de todo o acervo, incluindo a biblioteca.. aí tendo desenvolvido o gosto pelas artes que não mais me deixou, até que acabei licenciada em História da Arte...
Minha linda, quero pedir-te uma coisa: ensina-me a colocar no blog várias fotos ao longo do texto... quis colocar uma foto do Carlos Brito também e ia-me parar ao lado da outra.. sou mesmo uma nada nestas coisas..
beijinhos

Rosa dos Ventos said...

Bela cidade, bela região e boas recordações!
Abraço


Como não sou citadina/urbana não posso aceitar! ;-))

Leticia Gabian said...

Maroca,
Que maravilha de aula que nos deixou aqui!
Adorei ler e ver tudo.
És a Embaixatriz das Caldas! Hehehe!
Quem sabe, ainda vamos por lá, juntas?
Beijaozão, querida amiga

maria carvalhosa said...

Querida Maria,

Temos aqui um excelente resultado da tua pesquisa que, simultaneamente, revela muito amor.
Tu és assim, feita de amor, mulher dedicada a causas e a coisas que te falam ao coração. É dessa forma, natural em ti, mas que revela um imenso trabalho de casa, que distribuis informação, conhecimento, ao mesmo tempo que distribuis amor.

Obrigada, Maria. És única.
Beijos.

Moura said...

Parabéns pela divulgação turistico-gastronómica da tua terra. Eu passo muitas vezes pelas Caldas da Rainha e quando quero refastelar-me com uma boa refeição vou ao restaurante típico " Solar dos Amigos e Ilha do Paraíso", no Guizado, bem pertinho das Caldas.
Bjo

Maria said...

bom dia Isabel

O que fiz é um décimo do que deveria ser feito. Não falo nos oleiros, e na zona de Caldas chegou a haver cerca de 700 fábricas de cerâmica (incluídos neste número os oleiros), não falo na tradição cultural de Caldas, nos tempos da outra senhora, em que o grupo de teatro tinha um papel de resistência muito importante, não falo no Casino e do “chiquismo” da época, não dei o relevo que a praça da fruta merecia, não falo dos edifícios hoje considerados de interesse municipal pelo tipo de construção ou por terem azulejos do Bordalo, não falo numa série de coisas que acho terem interesse.
Por isso deixei os links para a Câmara Municipal e indicação de dois blogues que também falam bastante de Caldas.
O Cavacos das Caldas é exclusivo sobre Caldas, e é um blog da única Livraria existente na cidade.

Agradeço-te mais uma vez o desafio. Escrever tudo o que queria seria monótono e muito longo para quem lesse…

Bom domingo
Beijinhos

Maria said...

victor nogueira

A vida em Caldas hoje é diferente. As Universidades deram outra “cara” à cidade. E cidades onde haja estudantes ganham uma vida nocturna diferente, questão que também não abordei na post, mas devo dizer-te que conheço gente que se desloca aos fins de semana de Lisboa para irem a uma discoteca da zona…

E Óbidos, que era onde eu viveria se tivesse que viver naquela zona…

Abraço

Maria said...

victor nogueira

Considera-te desafiado para fazeres um post, no teu blog, sobre a cidade que te viu nascer….
Fico à espera…

Maria said...

rosa dourada/ondina azul

Muito obrigada, podias fazer também um post sobre a cidade que te viu nascer…

Bom domingo
Beijo

Maria said...

desassossego

É, temos cá neste pequeno país sítios lindíssimos, e nas beiras, aquelas aldeias nas encostas serranas são tão bonitas de se ver...

Beijos

Maria said...

Gi

És uma querida… e tanto havaria mais para dizer…
Fazes muito bem em parar, para depois voltares em pleno.
Claro que vou sentir a tua falta nas minhas insónias, mas vou aproveitar par aver o teu outro blog com mais pormenor…

Cuida-te e trata de ti, Gi.

Beijinhos grandes

Maria said...

sininho

O Luís e eu temos memórias dos mesmos sítios, em épocas diferentes…
Quando ele nasceu já eu devia estar a acabar o curso em Caldas e a vir estudar para Lisboa….

Mas olha que um post sobre Lisboa, vindo de ti, devia ser bem curioso…
Não te animas para o desafio?

Beijinhos

Maria said...

júlia coutinho

Pouca gente conhece os Bordados de Caldas.
E nós, que saímos de lá tão novinhas, natural que não conhecessemos. Nem me lembro de na Escola se falar em tal.
Eu também só os descbri há uns 20 anos, e quando lá fores tenta vê-los porque são lindíssimos.
E lembras-te da peça original do Bordalo que era a raposa e a garça, bem ao fundo do corredor da nossa Escola, por onde corríamos até esbarrar com a peça? Velhos tempos.

Espero que tenhas conseguido colocar a fotografia lá no sítio, depois do que te disse. Já lá vou ver.

Beijinhos

Maria said...

rosa dos ventos

Claro que podes aceitar. Terás nascido nalgum sítio…
Pões como título “A aldeia/vila (etc.) que me viu nascer”….
Vá lá, anima-te…
Fico à espera.

Beijinhos

Maria said...

Oi Amiga Letícia

Sou nada, não. Mas que vamos andar por lá, juntas, aposto que sim…
E olha que vai ser bem divertido...

Beijo grande

Maria said...

Querida Maria

Obrigada pelas tuas palavras….
Tu também podias “sentir-te” desafiada e falar sobre a terra que te viu nascer… era tão bom…
Dá um pouquinho de trabalho mas tenho a certeza de que farias um post muito bonito.
Vá lá, anima-te para o desafio e não te esqueças de mencionares os doces…

Beijos, Amiga

Ana Patudos said...

Olá amiga
A tua cidade é linda e eu passo por aí muitas vezes quando vou á praia ou á cidade do meu marido que é Leiria.
Já respondi ao teu desafio, já viste?
beijos, bom fim de semana
Ana Paula

Maria said...

moura

Ai os nossos vícios….
Da última vez que estive em Caldas foi exactamente aí que fui almoçar.
No dia 15 de Maio. Porque o Porrinhas estava fechado… e a Adega do Albertinho estava cheia de gente…
É também por aí que me perco, Moura…

Já estou a fazer a “mochila” para a ilha…

Beijo

AnaG. said...

Foi com muito prazer que li o que escreveste sobre Caldas. Vou lá algumas vezes e assim ficarei a conhecer melhor.
Gosto muito "desses" lados.

Beijinho

luna e neptuno said...

Terra bonita o teu berço, conheço bem e gosto muito
beijinhos

Maria said...

ana patudos

Pois é, e desde que temos a A15 é tudo tão mais perto...
E os passeios típicos de domingo à Nazaré sabem tão bem...
Já fui ao teu espaço e já lá deixei um comentário...

Beijos, bom domingo

Maria said...

anag.

A minha terra é bonita, tem um parque lindíssimo, uma praça muito típica e come-se lá muito bem.
Tem todos os ingredientes para um passeio agradável...

Beijinhos

Maria said...

luna e neptuno

Um dia destes ainda nos encontramos lá para um cafezinho...

Bjinhos

=^.^= Tarina =^.^= said...

Adoro essa zona. quer para visitas.. para compras.. para praia... é bonita...

Um beijinho grande

=^.^=

Victor Nogueira said...

Maria

A minha terra é Luanda, que já se perdeu no tempo e cujo presente nada tem a ver com a minha memória. Morava à beira-mar, na Praia do Bispo, e defronte havia uma ilha com uma sanzala de pescadores. Entretanto a baía foi ficando assoreada, quase ligando à ilha, e naquele terreno conquistado ao oceano edificou-se um bairro de lata. Pelo que se lá estivesse, defronte à casa dos meus pais já não haveria o mar nem a beleza do por do sol reflectido nas águas.
Mas um dia escreverei sobre a capital do meu país, que não é este onde acabei por ficar e onde sou para semre um estrangeiro sem raízes, em parte alguma. Sou sempre um homem da cidade, da beira mar, do pôr do sol (na minha casa agora vejo o seu nascimento,e do cheiro a terra molhada, que sentia quando regava o jardim que deixei de ter. Em contrapartida, coloquei no meu blog 4 textos sobre as terras de que te falei acima, incluindo a tua. Se quiseres, visita as terras que refiro, através do meu olhar. Tenho um livro de viagens inacabado e milhares de fotos que deixaram de estar organizadas e muito menos digitaizadas. Assim, as fotos não são minhas nem reflectem o meu olhar sobre as terras e as pessoas. E se quiseres, comenta
Um abraço
Victor Manuel

Tozé Franco said...

Excelente descrição.
Conheço a cidade e a região e acho-as bem bonitas.
Um abraço e bom Domingo.

isabel victor said...

Tanto e tão interessante o que por aqui encontrei ! um beijo Maria ...

Maria said...

tarina

É uma zona central para ver várias praias e muito mar...

Beijinhos e bom domingo

Maria said...

victor manuel

Isso não deve ser impeditivo.
As zonas residenciais chiques de Caldas, na altura em que eu nasci eram apenas os "arredores", e pareciam-nos distantes do centro.
Hojé tudo é perto.
Mas tu sabes.
Eu vou ver o teu blog agora.
Um abraço

Maria said...

tozé franco

Muito obrigada, bom domingo para ti também.

Maria said...

isabel victor

Obrigada, vindo de ti é um elogio puro!

Um beijo

DE-PROPOSITO said...

Olá.
Gostei da maneira como descreveste a tua cidade. Quando a revisitar tentarei ter atenção a alguns pormenores e visitar esses locais.
Afinal de contas, aqui tão perto, mas tão longe.
Fica bem.
Felicidades.
Manuel

Kalinka said...

Olá
Gostei de relembrar Caldas da Rainha descrita por ti.

Revi os dons da terra e cheirei os sons do mundo por aí...fui durante 4 dias de mini-férias para o Alentejo profundo.
Comecei por Estremoz e fui em seguida para Évora e daí em diante.

Pelo kalinka poderás ler sobre o meu «Même»:
"Para ser grande, sê inteiro:
nada Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim, em cada lago a LUA toda
Brilha, porque alta vive.
"Ricardo Reis"

Beijinhos.
Bom domingo.
NOTA:
uma excelente ideia para um «meme».

Luis Eme said...

Que grande roteiro sobre a nossa cidade e arredores...

Bia said...

Belo lugar esse que te viu nascer...
com todos os seus pormenores e encantos.
Beijo
A._TU

A.S. said...

Querida Maria, só posso felicitar-te pela forma brilhante como nos mostras a tua belissima cidade!...


Um terno Beijo...

Teresa Durães said...

conheço bastante bem Caldas da Rainha, óbidos, Lagoa, S. Martinho e por aí. Durante anos passava férias em S. Martinho. Quando era miuda e a enseada ainda tinha uma água que se aproveitava (para além de não ter sido invadida de prédios que a descaracterizaram).

Caldas da Rainha e a festa da fruta em Agosto. A fruta é excelente. Conheço o museu do jardim, a fábrica de gelados onde parávamos sempre. Excelentes recordações desses tempos.

Muitas são as vezes que ainda lá passo fora de época

bj

SILÊNCIO said...

... e a mim vê-me o sofrer ...
Bjs

©õllyß®y said...

Foz do Arelho, que saudade, que belissimo meme este, mostra bem a beleza de nosso Pais...

Meu doce beijo

joão marinheiro said...

Obrigado pela visita guiada, por me dares a mão na descoberta. Felizes aqueles que sentem as raizes da terra que os viu nascer, é sempre uma marca a terra, uma referencia no horizonte, no nosso horizonte imaginário.
Abraço com mar.

poetaeusou said...

/
ao teu nivel
simplesmente
/
inté
/

sonhadora said...

um post que é um documento histórico. Uma cidade que é um sonho. Quem o escreveu fez o artigo na perfeição.
Beijinhos embrulhados em abraços

Maria P. said...

Conheço e gosto, muito!

Beijinhos*

Maria said...

de-propósito

Vale a pena ver muito pormenor que nem está aqui mencionado…
Estás a uns 20 minutos de Caldas, Manuel…

Boa semana

Maria said...

kalinka

Podias animar-te e considerar-te desafiada…

Beijinhos

Maria said...

luis eme

Obrigada…
Com a tua ajuda nas fotos....

Maria said...

bia

Podias fazer um sobre a cidade onde nasceste….

Beijo
G.-TE

Maria said...

a.s.

Muito obrigada, Al

Beijo ternurento

Maria said...

teresa durães

S. Martinho foi a minha primeira praia… quando era muito pequenina.
Depois passei para a Nazaré e Foz. É o mar da Foz que tenho cá dentro.

Vale a pena voltares a Caldas um dia destes e veres como tudo está tão diferente…

Beijo

Maria said...

silêncio

… compreendo-te…
… melhor do que pensas…

Beijinhos

Maria said...

©õllyß®y

Obrigada pela tua visita. Não queres fazer um post sobre a tua cidade?

Beijo

Maria said...

joão marinheiro

É uma referência sim, como referências são sempre os lugares que nos marcaram…

Abraço forte

Maria said...

poetaeusou

Ao nosso…. hehehe

Inté

Maria said...

sonhadora

Limitei-me a ir ao link da cm e retirar o que me interessava… Depois foi só acrescentar uns pozinhos…

Um abraço desembrulhado

Maria said...

maria p.

É linda, não é?
Não queres fazer um post sobre a tua cidade?

Beijinhos

girassol said...

Quanta informação!!!...
Há relativamente pouco tempo, desde 3 de Dezembro último, se faz por aqui a minha/nossa vida. Mudança radical, da vida da Cidade, Lisboa, para esta zona que se me tem revelado lindíssima. Digo "me" porque só a mim. O meu marido já conhecia e me tem mostrado do que conhece. Claro que, ainda assim, temos descoberto juntos algumas particularidades que nos encantam. Sendo que nos propusemos construir por aqui o resto das nossas vidas, contamos ter sempre presente o estado de encantamento de que falo. Há realmente por aqui lugares muito bonitos e interessantes. Temos feito fotografias fantásticas.

Bjinho

Maria said...

girassol

É uma zona muito bonita, até pela quantidade e qualidade de praias que tem.
Bom saber que gostas de estar por aí....
Mais tarde vou conhecer-te melhor.

Bjinho

Dra. Margarida said...

Naturalmente estão mal informados, essa não é a única livraria das Caldas, existem outras, inclusive uma delas é das maiores e melhores do país.

O que falta ao caldense é vontade em conhecer a sua própria cidade, nós que somos de Lisboa gostamos muito mais daquela gerida pelo mais simpático casal que ali reside, e que são duas sumidades culturais.E também são apaixonados por gatos, assim como eu.

Dra. Margarida